This repository was archived by the owner on Mar 15, 2026. It is now read-only.
-
Notifications
You must be signed in to change notification settings - Fork 0
Expand file tree
/
Copy pathindex.html
More file actions
238 lines (223 loc) · 12.9 KB
/
Copy pathindex.html
File metadata and controls
238 lines (223 loc) · 12.9 KB
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
51
52
53
54
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
68
69
70
71
72
73
74
75
76
77
78
79
80
81
82
83
84
85
86
87
88
89
90
91
92
93
94
95
96
97
98
99
100
101
102
103
104
105
106
107
108
109
110
111
112
113
114
115
116
117
118
119
120
121
122
123
124
125
126
127
128
129
130
131
132
133
134
135
136
137
138
139
140
141
142
143
144
145
146
147
148
149
150
151
152
153
154
155
156
157
158
159
160
161
162
163
164
165
166
167
168
169
170
171
172
173
174
175
176
177
178
179
180
181
182
183
184
185
186
187
188
189
190
191
192
193
194
195
196
197
198
199
200
201
202
203
204
205
206
207
208
209
210
211
212
213
214
215
216
217
218
219
220
221
222
223
224
225
226
227
228
229
230
231
232
233
234
235
236
237
238
<!DOCTYPE html>
<html lang="pt-BR">
<head>
<meta property="og:title" content="Kunwana"/>
<meta property="og:description" content="Um projeto do CEFET-MG, cujo objetivo é mostrar as formas de resistência anteriores e atuais e a situação do escravizados quando vinham ao Brasil."/>
<meta property="og:image" content="https://jeanc4rlo.github.io/kunwana/imagens/meta/page.png"/>
<meta property="og:url" content="https://jeanc4rlo.github.io/kunwana"/>
<meta property="og:type" content="website"/>
<meta charset="UTF-8">
<meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1.0">
<link rel="icon" href="icon.png">
<link rel="stylesheet" href="main.css">
<title>Kunwana</title>
<!--Fontes
Primeira-->
<link rel="preconnect" href="https://fonts.googleapis.com">
<link rel="preconnect" href="https://fonts.gstatic.com" crossorigin>
<link href="https://fonts.googleapis.com/css2?family=Outfit:wght@100..900&display=swap" rel="stylesheet">
<!--Segunda-->
<link rel="preconnect" href="https://fonts.googleapis.com">
<link rel="preconnect" href="https://fonts.gstatic.com" crossorigin>
<link href="https://fonts.googleapis.com/css2?family=League+Spartan:wght@100..900&display=swap" rel="stylesheet">
</head>
<body>
<header>
<h1 id="main-title">KUNWANA</h1>
</header>
<main>
<section class="sombra aviso-experiencia">
<div>
<img src="imagens/icones/keyboard-and-mouse.png" alt="">
<p>
Use as setas para baixo e para cima para controlar ou o scroll do mouse.
</p>
</div>
<div>
<img src="imagens/icones/headphones.png" alt="">
<p>
Uma experiência melhor é proporcionada se você usar fones de ouvido ou um som surround (como uma caixa de som ou home theather).
</p>
</div>
<div>
<img src="imagens/icones/error.png" alt="">
<p>
As cenas e músicas que se seguem podem ser impactantes para alguns. Se sentir desconfortos, saia imediatamente.
</p>
</div>
</section>
<section class="sombra aviso-autoplay">
<img src="imagens/icones/autoplay.png" alt="">
<p>
Pedimos que aceite a reprodução automática. Um ícone similar ao que está aparecendo à esquerda deve ter aparecido na sua barra de pesquisa, clique nele e ative as permissões totais.
</p>
</section>
<section class="citacao">
<img src="https://images03.brasildefato.com.br/69c85ca1608808c4af912912b1fd6ff4.jpeg" alt="">
<p class="vinheta"></p>
<p>
"Não há caminho fácil para a liberdade em lugar nenhum, e muitos de nós terão que passar pelo vale da sombra da morte repetidamente antes de alcançarmos o topo da montanha de nossos desejos."
</p>
<p class="autor-citacao">- Nelson Mandela</p>
</section>
<section class="texto">
<p>No período do tráfico negreiro, em média <span class="destaques-texto">31 mil</span> escravizados eram levados por ano.</p>
<p>Desses, apenas cerca de <span class="destaques-texto">4 mil</span> chegavam vivos à costa.</p>
<p>Servindo senhores, viviam de <span class="destaques-texto">7 a 10 anos</span>, em média, desde sua chegada.</p>
<h2 class="frase-impacto">Kunwana é resistir, assim como eles resistiram.</h2>
</section>
<section class="texto">
<div class="texto-imagem">
<h2>Algumas formas de resistência:</h2>
<ul>
<li>Cultuação e Valorização da ancestralidade</li>
<li>Movimentos contra o racismo e a segregação racial</li>
<li>Espaços culturais</li>
<li>Quilombos</li>
<li>Capoeira</li>
<li>Música</li>
<li>Dança</li>
<li>Vestimentas</li>
</ul>
</div>
</section>
<section class="video-vertical">
<div>
<p class="autoria">@casosincognitos - Youtube</p>
<video src="video/gordon.webm" controls></video>
</div>
<div>
<h2>Fotografia: A Denuncia e resistência</h2>
<p>
Gordon ou "Whipped Peter", foi um afro-americano escravizado que escapou de
uma plantação da Luisiana em março de 1863, ganhando liberdade quando chegou
ao acampamento do Exército da União. Ele fugiu por <span class="destaques-texto">mais de 64 km ao longo de 10 dias</span>,
Para mascarar o seu cheiro dos cães de caça que o perseguiam, Gordon pegou
cebolas da sua plantação, que ele carregava nos bolsos.
Depois de cruzar cada riacho ou pântano, <span class="destaques-texto">ele esfregava seu corpo com
cebolas para afastar seu cheiro dos cães.</span> Ficou conhecido como o tema das
fotografias que documentam a extensa cicatrização do queloide das suas costas
devido às chicotadas recebidas na escravidão.
</p>
</div>
</section>
<section class="texto">
<div class="texto-imagem">
<h2>Formas de Resistência</h2>
<p>
A resistência nos dias atuais é fundamental porque ainda enfrentamos desigualdades históricas e estruturais que afetam populações marginalizadas, especialmente as comunidades negras e indígenas. Mesmo após séculos de lutas contra a escravidão, o colonialismo e o racismo, muitas dessas estruturas opressivas persistem em diferentes formas, como a violência policial, a desigualdade no acesso à educação e ao mercado de trabalho, além da tentativa de apagar ou deturpar culturas e histórias ancestrais.
</p>
</div>
</section>
<section class="imagem">
<div>
<p class="autoria">Augustus Earle, c. 1820. Biblioteca Nacional da Austrália</p>
<img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/51/CapoeiraEarle_02.JPG/640px-CapoeiraEarle_02.JPG" alt="">
</div>
<div class="texto-imagem">
<h2>Capoeira</h2>
<p>
Surgiu como uma <span class="destaques-texto">forma de resistência à opressão</span>que os escravos sofriam. Ela possui música e golpes semelhantes à movimentos de dança para disfarçar sua verdadeira intenção: lutar contra a opressão.
É proposto que a capoeira surgiu na época do Brasil Colônia, por aculturação como uma saída para expressar desejos para a liberdade da raça negra e pela necessidade de se defender de senhores inimigos. Este povo, na grande parte, era desarmado e usavam seus próprios corpos como seu método de combate, aproveitando-se as danças, cantigas e movimentos manifestados por culturas africanas ao mesmo tempo.
</p>
</div>
</section>
<section class="colunas">
<h2>Capoeira como Resistência Cultural:</h2>
<div class="blocos">
<div class="bloco">
<h2>Preserva Tradições Africanas</h2>
<p>
A música, os ritmos do berimbau e as cantigas cantadas em roda mantêm vivas as histórias e os ensinamentos dos antepassados.
</p>
</div>
<div class="bloco">
<h2>Combate a Discriminação</h2>
<p>
No passado, a capoeira foi criminalizada, pois era vista como uma ameaça à ordem colonial. Hoje, ao ser praticada em escolas e projetos sociais, ela reafirma a identidade afrodescendente.
</p>
</div>
<div class="bloco">
<h2>Empodera Comunidades Negras e Periféricas</h2>
<p>
Muitos grupos de capoeira atuam em comunidades carentes, oferecendo educação, disciplina e consciência social para crianças e jovens.
</p>
</div>
</div>
</section>
<section class="texto">
<div class="texto-imagem">
<h2>Cultuação e valorização da ancestralidade negra</h2>
<p>
A cultuação e valorização da ancestralidade negra acaba sendo uma grande forma de resistência já que não permite a morte da cultura e o esquecimento do passado e das origens.
</p>
</div>
</section>
<section class="imagem">
<div>
<p class="autoria">Flickr Johnny Silvercloud</p>
<img src="https://images.jota.info/wp-content/uploads/2020/06/28476745294-3f9e28e373-c.jpg" alt="">
</div>
<div class="texto-imagem">
<h2>Movimentos contra o racismo e a segregação racial:</h2>
<p>
Quando falamos em formas de resistência ao racismo, nos lembramos principalmente dos movimentos - o Black Lives Matters, por exemplo. Eles são importantíssimos já que uma poderosa forma das pessoas negras demonstrarem sua força, união e insatisfação com a sociedade. Graças a eles, foram conquistados uma série de direitos. São uma grande forma de resistência, mas não a única.
</p>
</div>
</section>
<section class="imagem">
<div>
<p class="autoria">Renata Telles para Plana Vivências - Quilombo do Campinho da Independência RJ</p>
<img src="https://viajarverde.com.br/wp-content/uploads/2020/10/foto-renata-telles-e1602619070787-810x516.jpg" alt="">
</div>
<div class="texto-imagem">
<h2>Quilombos</h2>
<p>
São símbolos de resistência de um passado sofrido e um presente impiedoso. Os quilombos são como “mini-Áfricas”, um lar para os descendentes de um povo que muito sofreu e que hoje valorizam seus antepassados e sua cultura.
</p>
</div>
</section>
<section class="colunas">
<h2>Manifestações Culturais:</h2>
<div class="blocos">
<div class="bloco">
<h2>Danças:</h2>
<br>São muitas: jongo, maracatu, samba, frevo, lundu, caxumba, cafezal, boi bumbá, etc. Elas são muito comuns nas cerimônias, rituais de passagem, nascimento, casamento, morte, colheita, guerra, alegria, etc.
</div>
<div class="bloco">
<h2>Vestimentas:</h2>
<br>As vestimentas afro podem incluir túnicas, turbantes, tecidos coloridos, chapéus, lenços, véus, pinturas corporais e contas nos cabelos.
</div>
</div>
</section>
<section class="texto">
<div class="texto-imagem">
<h2>Música</h2>
<p>Desde sempre, a música é usada para valorizar a cultura afro-brasileira em diversos estilos. Aqui estão alguns exemplos:</p>
<ul>
<li><strong>“Negróide”</strong> – Taiguara (1968)</li>
<li><strong>“Cangoma me Chamou”</strong> – Clementina de Jesus (1970)</li>
<li><strong>“Negro é Lindo”</strong> – Jorge Ben (1971)</li>
<li><strong>“Filhos de Gandhi”</strong> – Gilberto Gil (1972)</li>
<li><strong>“Festa de Umbanda”</strong> – Martinho da Vila (1974)</li>
<li><strong>“Canto das Três Raças”</strong> – Clara Nunes (1976)</li>
<li><strong>“Refavela”</strong> – Gilberto Gil (1977)</li>
<li><strong>“Senhora Liberdade”</strong> – Zezé Motta (1979)</li>
<li><strong>“Morena de Angola”</strong> – Clara Nunes (1980)</li>
<li><strong>“Diário de um Detento”</strong> – Racionais MC’s (1997)</li>
</ul>
</div>
<h2 class="frase-impacto">E você as ouviu enquanto lia e ouvia sobre isso.</h2>
</section>
<section class="fim">
<h1>KUNWANA</h1>
<p>César Costa, Eduardo Lopes, Jean Carlo, Samuel Soares e Túlio</p>
</section>
</main>
<audio src="https://jeanc4rlo.github.io/kunwana/audio/musicas/Cangoma me chamou - Clementina de Jesus.mp3"></audio>
<script src="jquery.js"></script>
<script src="scripts/autoplay.js"></script>
<script src="scripts/volume.js"></script>
<script src="scripts/slide.js"></script>
</body>
</html>