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Glossário de Engenharia de Dados na AWS

Este glossário reúne 526 termos usados no curso. As definições estão em ordem alfabética e preservam a área técnica de origem para facilitar estudo e revisão.

Índice alfabético

A | B | C | D | E | F | G | H | I | J | K | L | M | N | O | P | Q | R | S | T | U | V | W | Z

A

Nesta seção: Abstract base class | Acoplamento | Acurácia | ADR | Agregação | AI agent | Alarme | Alta disponibilidade | Alucinação | Amazon API Gateway | Amazon Athena | Amazon Data Firehose | Amazon DynamoDB | Amazon EMR | Amazon EventBridge | Amazon GuardDuty | Amazon Kinesis Data Streams | Amazon Macie | Amazon Redshift | Amazon S3 | Amazon SNS | Amazon SQS | Amazon VPC | Anonymization | API contract | Apply | Approval gate | Argparse | ARN | Arquitetura orientada a eventos | Arquitetura serverless | Artifact | Artifact attestation | Artifact repository | Async | Asynchronous communication | At-least-once delivery | At-most-once delivery | Attack surface | Attribute | Atualidade | Audit log | Authentication | Authorization | Avaliação | Await | AWS Account | AWS CloudFormation | AWS Config | AWS Control Tower | AWS DMS | AWS Glue | AWS Lake Formation | AWS Lambda | AWS Organizations | AWS PrivateLink | AWS Step Functions | AWS STS

  • Abstract base class: classe que define interface e comportamento comum para subclasses explícitas. O uso responsável de Abstract base class exige observar custo de memória, I/O e concorrência. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Acoplamento: grau de dependência entre componentes. Quanto maior, mais difícil alterar ou substituir uma parte isoladamente. Área: Arquitetura analítica.
  • Acurácia: proximidade entre o valor armazenado e o fato real representado. Na prática, valide Acurácia considerando SLA, SLO e evidência observável. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • ADR: registro curto de uma decisão arquitetural, alternativas consideradas e consequências. O uso responsável de ADR exige observar impacto técnico e contexto de negócio. Área: Carreira e comunicação técnica.
  • Agregação: cálculo sobre grupos, como soma, média, mínimo, máximo e contagem. Ao aplicar Agregação, relacione a decisão a resultado esperado, granularidade e volume lido. Área: SQL e Amazon Athena.
  • AI agent: sistema que combina modelo, ferramentas, estado e laço de decisão. Na prática, valide AI agent considerando métrica de qualidade e fallback determinístico. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Alarme: regra que muda de estado quando uma métrica ultrapassa uma condição. Ao aplicar Alarme, relacione a decisão a mudança versionada, validação e rollback. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Alta disponibilidade: desenho que reduz indisponibilidade usando redundância e tolerância a falhas. Em uma revisão técnica, examine Alta disponibilidade junto de acoplamento, escala e recuperação de falhas. Área: Arquitetura analítica.
  • Alucinação: resposta plausível, porém incorreta ou sem suporte nas fontes disponíveis. Ao aplicar Alucinação, relacione a decisão a fonte verificável, teste e revisão humana. Área: IA aplicada ao trabalho técnico.
  • Amazon API Gateway: serviço para publicar, proteger, limitar e observar APIs. Em uma revisão técnica, examine Amazon API Gateway junto de IAM, rede, região e modelo de cobrança. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Amazon Athena: mecanismo serverless que consulta dados no S3 usando SQL e metadados do catálogo. O uso responsável de Amazon Athena exige observar plano de execução e validação do negócio. Área: SQL e Amazon Athena.
  • Amazon Data Firehose: entrega gerenciada de streams para destinos como S3 e Redshift. Na prática, valide Amazon Data Firehose considerando integração com S3, eventos e consumidores. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Amazon DynamoDB: banco NoSQL gerenciado de chave-valor e documentos com baixa latência. Ao aplicar Amazon DynamoDB, relacione a decisão a cota, observabilidade e procedimento de limpeza. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Amazon EMR: plataforma gerenciada para frameworks distribuídos como Spark e Hadoop. Em uma revisão técnica, examine Amazon EMR junto de menor privilégio e responsabilidade operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Amazon EventBridge: barramento de eventos com regras para roteamento entre fontes e destinos. O uso responsável de Amazon EventBridge exige observar cota, observabilidade e procedimento de limpeza. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Amazon GuardDuty: detecção gerenciada de ameaças baseada em sinais da conta e da rede. O uso responsável de Amazon GuardDuty exige observar menor privilégio e responsabilidade operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Amazon Kinesis Data Streams: ingestão e retenção de eventos de streaming por shards. Na prática, valide Amazon Kinesis Data Streams considerando IAM, rede, região e modelo de cobrança. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Amazon Macie: serviço que descobre e classifica dados sensíveis armazenados no S3. O uso responsável de Amazon Macie exige observar menor privilégio e responsabilidade operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Amazon Redshift: data warehouse gerenciado e colunar para cargas analíticas. Na prática, valide Amazon Redshift considerando menor privilégio e responsabilidade operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Amazon S3: armazenamento de objetos usado como base do data lake e origem para Glue e Athena. Ao aplicar Amazon S3, relacione a decisão a S3, Glue e Athena. Área: Armazenamento e formatos.
  • Amazon SNS: serviço pub/sub que distribui uma mensagem para múltiplos assinantes. Ao aplicar Amazon SNS, relacione a decisão a menor privilégio e responsabilidade operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Amazon SQS: fila gerenciada que desacopla produtores e consumidores e retém mensagens. Na prática, valide Amazon SQS considerando integração com S3, eventos e consumidores. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Amazon VPC: rede virtual isolada na qual recursos recebem endereçamento, rotas e controles de tráfego. Na prática, valide Amazon VPC considerando menor privilégio e responsabilidade operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Anonymization: transformação destinada a impedir reidentificação razoável de uma pessoa. Ao aplicar Anonymization, relacione a decisão a identidade, dado protegido e menor privilégio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • API contract: definição de entradas, saídas, erros e compatibilidade de uma interface. Ao aplicar API contract, relacione a decisão a contrato entre componentes e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Apply: execução das mudanças aprovadas no plan. Em uma revisão técnica, examine Apply junto de backend, drift e procedimento de remoção. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Approval gate: ponto explícito de decisão humana ou automatizada antes de avançar. Ao aplicar Approval gate, relacione a decisão a permissão temporária e proteção de branch. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Argparse: biblioteca padrão para construir interfaces de linha de comando. Na prática, valide Argparse considerando contrato da função e manutenção do código. Área: Referência ampliada por domínio.
  • ARN: identificador padronizado de um recurso AWS. Na prática, valide ARN considerando responsabilidade compartilhada e raio de impacto. Área: AWS e segurança.
  • Arquitetura orientada a eventos: componentes reagem à ocorrência de eventos, como a chegada de um objeto no S3. Na prática, valide Arquitetura orientada a eventos considerando volume, latência e custo total. Área: Arquitetura analítica.
  • Arquitetura serverless: arquitetura em que o provedor administra servidores e a cobrança acompanha uso ou execução. O uso responsável de Arquitetura serverless exige observar S3, processamento e camada de consumo. Área: Arquitetura analítica.
  • Artifact: arquivo produzido por uma automação e preservado para inspeção ou uso posterior. Em uma revisão técnica, examine Artifact junto de sinal, limite, alerta e resposta operacional. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Artifact attestation: declaração verificável sobre origem e processo de construção de um artefato. Em uma revisão técnica, examine Artifact attestation junto de gatilho, validação, promoção e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Artifact repository: armazenamento versionado para pacotes, imagens e binários. Ao aplicar Artifact repository, relacione a decisão a automação, segurança e custo operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Async: palavra usada para declarar corrotinas e operações assíncronas. Ao aplicar Async, relacione a decisão a contrato da função e manutenção do código. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Asynchronous communication: interação desacoplada no tempo por eventos, filas ou callbacks. Em uma revisão técnica, examine Asynchronous communication junto de alternativa mais simples e custo de operação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • At-least-once delivery: garantia de entrega com possibilidade de duplicidade. Na prática, valide At-least-once delivery considerando qualidade, linhagem e contrato de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • At-most-once delivery: entrega sem retry que pode perder mensagens, mas não duplica. O uso responsável de At-most-once delivery exige observar event time, reprocessamento e idempotência. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Attack surface: conjunto de pontos pelos quais um sistema pode ser atacado. Na prática, valide Attack surface considerando identidade, dado protegido e menor privilégio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Attribute: associação entre nome e expressão dentro de um bloco. Ao aplicar Attribute, relacione a decisão a variáveis, módulos e evidência do CI. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Atualidade: quão recente o dado está em relação à necessidade do consumidor. Em uma revisão técnica, examine Atualidade junto de SLA, SLO e evidência observável. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Audit log: registro protegido de ações relevantes para rastreabilidade e investigação. O uso responsável de Audit log exige observar raio de impacto e segregação de funções. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Authentication: comprovação da identidade que realiza uma solicitação. Ao aplicar Authentication, relacione a decisão a LGPD, retenção e resposta a incidente. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Authorization: decisão sobre quais ações uma identidade autenticada pode executar. Na prática, valide Authorization considerando LGPD, retenção e resposta a incidente. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Avaliação: conjunto de casos e critérios usados para medir qualidade, segurança e consistência das respostas. O uso responsável de Avaliação exige observar casos de avaliação e critério de aceitação. Área: IA aplicada ao trabalho técnico.
  • Await: suspensão cooperativa de uma corrotina até outra operação assíncrona concluir. Em uma revisão técnica, examine Await junto de custo de memória, I/O e concorrência. Área: Referência ampliada por domínio.
  • AWS Account: limite administrativo e de cobrança que isola recursos, identidades, cotas e custos. Em uma revisão técnica, examine AWS Account junto de integração com S3, eventos e consumidores. Área: Referência ampliada por domínio.
  • AWS CloudFormation: serviço nativo de infraestrutura como código baseado em templates declarativos. O uso responsável de AWS CloudFormation exige observar menor privilégio e responsabilidade operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • AWS Config: inventário e histórico de configuração usados para auditoria e conformidade. Na prática, valide AWS Config considerando cota, observabilidade e procedimento de limpeza. Área: Referência ampliada por domínio.
  • AWS Control Tower: serviço que configura uma landing zone de múltiplas contas com guardrails. O uso responsável de AWS Control Tower exige observar IAM, rede, região e modelo de cobrança. Área: Referência ampliada por domínio.
  • AWS DMS: serviço de migração e replicação contínua entre bancos de dados. O uso responsável de AWS DMS exige observar cota, observabilidade e procedimento de limpeza. Área: Referência ampliada por domínio.
  • AWS Glue: serviço de integração de dados que oferece catálogo, crawlers e jobs de ETL. Ao aplicar AWS Glue, relacione a decisão a retry, observabilidade e reprocessamento. Área: Processamento e integração AWS.
  • AWS Lake Formation: camada de governança e permissões para dados catalogados no data lake. O uso responsável de AWS Lake Formation exige observar IAM, rede, região e modelo de cobrança. Área: Referência ampliada por domínio.
  • AWS Lambda: serviço de execução de funções acionadas por eventos ou chamadas, com cobrança por uso. Em uma revisão técnica, examine AWS Lambda junto de retry, observabilidade e reprocessamento. Área: Processamento e integração AWS.
  • AWS Organizations: serviço para agrupar contas, consolidar cobrança e aplicar políticas de governança. Na prática, valide AWS Organizations considerando menor privilégio e responsabilidade operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • AWS PrivateLink: conectividade privada entre VPCs e serviços por endpoints de interface. Em uma revisão técnica, examine AWS PrivateLink junto de integração com S3, eventos e consumidores. Área: Referência ampliada por domínio.
  • AWS Step Functions: orquestrador visual de estados, retries, paralelismo e integrações de serviços. Em uma revisão técnica, examine AWS Step Functions junto de integração com S3, eventos e consumidores. Área: Referência ampliada por domínio.
  • AWS STS: serviço que emite credenciais temporárias e permite validar a identidade ativa. O uso responsável de AWS STS exige observar responsabilidade compartilhada e raio de impacto. Área: AWS e segurança.

B

Nesta seção: Backend | Backfill | Backoff exponencial | Backpressure | Batch | Blameless post-mortem | Blast radius | Block | Block Public Access | Blue-green deployment | Bookmark do Glue | Boto3 | Bounded context | Branch | Branch protection | Break-glass access | Bronze layer | Bucket | Bucket policy | Budget | Build | Build matrix | Build provenance | Bulkhead

  • Backend: local e mecanismo usados para armazenar o state. Ao aplicar Backend, relacione a decisão a dependências, menor privilégio e ciclo de vida. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Backfill: processamento retroativo de intervalo histórico ausente ou corrigido. Em uma revisão técnica, examine Backfill junto de orquestração, observabilidade e consumo. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Backoff exponencial: aumento progressivo do intervalo entre tentativas para reduzir sobrecarga. Em uma revisão técnica, examine Backoff exponencial junto de volume, latência e contrato da saída. Área: Processamento e integração AWS.
  • Backpressure: sinal ou mecanismo que desacelera produtores quando consumidores estão saturados. Ao aplicar Backpressure, relacione a decisão a alternativa mais simples e custo de operação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Batch: processamento de um conjunto de registros em intervalos definidos. É adequado quando o negócio aceita latência de minutos ou horas. Área: Fundamentos de dados.
  • Blameless post-mortem: análise de falha focada em sistema, contexto e prevenção, não em culpados. Na prática, valide Blameless post-mortem considerando feedback rápido, implantação e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Blast radius: extensão máxima do impacto possível de uma falha ou comprometimento. Em uma revisão técnica, examine Blast radius junto de LGPD, retenção e resposta a incidente. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Block: estrutura delimitada por chaves que declara configuração Terraform. Na prática, valide Block considerando variáveis, módulos e evidência do CI. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Block Public Access: controles do S3 para impedir exposição pública acidental. Ao aplicar Block Public Access, relacione a decisão a menor privilégio, credenciais temporárias e custo. Área: AWS e segurança.
  • Blue-green deployment: alternância de tráfego entre dois ambientes completos. Na prática, valide Blue-green deployment considerando SLO, telemetria e resposta a incidentes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Bookmark do Glue: estado que ajuda um job a processar apenas dados novos. Ao aplicar Bookmark do Glue, relacione a decisão a evento de entrada, idempotência e destino de falha. Área: Processamento e integração AWS.
  • Boto3: SDK oficial da AWS para Python. O uso responsável de Boto3 exige observar Boto3, credenciais e falhas de API. Área: Python e automação.
  • Bounded context: limite dentro do qual um modelo de domínio mantém significado consistente. Ao aplicar Bounded context, relacione a decisão a alternativa mais simples e custo de operação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Branch: referência móvel que aponta para a ponta de uma linha de trabalho. Em uma revisão técnica, examine Branch junto de histórico legível, revisão e recuperação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Branch protection: regras que restringem merge, force push e exclusão de branches. O uso responsável de Branch protection exige observar artefato imutável e ambiente de destino. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Break-glass access: acesso emergencial privilegiado, temporário e fortemente auditado. Em uma revisão técnica, examine Break-glass access junto de identidade, dado protegido e menor privilégio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Bronze layer: camada de entrada próxima ao formato recebido. O uso responsável de Bronze layer exige observar orquestração, observabilidade e consumo. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Bucket: contêiner lógico do S3 cujo nome é globalmente único. Em uma revisão técnica, examine Bucket junto de schema, tamanho de arquivo e mecanismo consumidor. Área: Armazenamento e formatos.
  • Bucket policy: política baseada em recurso aplicada a um bucket S3. Ao aplicar Bucket policy, relacione a decisão a menor privilégio, credenciais temporárias e custo. Área: AWS e segurança.
  • Budget: limite definido com alertas para acompanhar gasto ou uso. Na prática, valide Budget considerando mudança versionada, validação e rollback. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Build: processo que transforma fontes em artefato validado e distribuível. Em uma revisão técnica, examine Build junto de responsável, runbook e evidência de saúde. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Build matrix: execução do mesmo job em combinações de versões ou plataformas. O uso responsável de Build matrix exige observar gatilho, validação, promoção e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Build provenance: metadados que registram fonte, ambiente e etapas de produção. O uso responsável de Build provenance exige observar gatilho, validação, promoção e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Bulkhead: isolamento de recursos para evitar que uma falha esgote toda a capacidade. Em uma revisão técnica, examine Bulkhead junto de acoplamento, consistência e tolerância a falhas. Área: Referência ampliada por domínio.

C

Nesta seção: Cache | Camada curated | Camada processed | Camada raw | Canary deployment | CAP theorem | Cardinality | CASE | CAST | Catálogo de dados | CD | Change Data Capture (CDC) | Change failure rate | Chargeback | Chave do objeto | Chave natural | Chave substituta | Check block | Cherry-pick | Choreography | Chunking | CI | Circuit breaker | Classe de armazenamento | Client do Boto3 | Clone | CloudTrail | COALESCE | Code coverage | Code owner | Cold start | Column pruning | Commit | Compactação de arquivos | Completude | Compressão | Concurrency control | Configuration management | Conflict | Consistência | Content filter | Context | Context manager | Context window | Contract test | Coroutine | Correlação | Correlated subquery | Cosine similarity | Count | CQRS | Crawler | Create before destroy | Credencial temporária | Criptografia em repouso | Criptografia em trânsito | CSV | CTAS | CTE | Custo unitário | CVE | CVSS

  • Cache: cópia temporária de dados para reduzir latência ou carga na origem. Em uma revisão técnica, examine Cache junto de acoplamento, consistência e tolerância a falhas. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Camada curated: zona orientada ao consumo, com regras de negócio, agregações e indicadores. Na prática, valide Camada curated considerando acoplamento, escala e recuperação de falhas. Área: Arquitetura analítica.
  • Camada processed: zona com dados limpos, tipados, normalizados e prontos para combinações. Na prática, valide Camada processed considerando volume, latência e custo total. Área: Arquitetura analítica.
  • Camada raw: zona que preserva os dados recebidos com o mínimo de alteração possível. O uso responsável de Camada raw exige observar S3, processamento e camada de consumo. Área: Arquitetura analítica.
  • Canary deployment: liberação inicial para pequena parcela do tráfego antes da expansão. Na prática, valide Canary deployment considerando responsável, runbook e evidência de saúde. Área: Referência ampliada por domínio.
  • CAP theorem: trade-off entre consistência e disponibilidade durante partição de rede. Em uma revisão técnica, examine CAP theorem junto de alternativa mais simples e custo de operação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Cardinality: quantidade de valores distintos ou tamanho estimado de um conjunto. Em uma revisão técnica, examine Cardinality junto de legibilidade, custo e possibilidade de reconciliação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • CASE: expressão condicional usada para classificar ou derivar valores. Ao aplicar CASE, relacione a decisão a granularidade, cardinalidade e regra de negócio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • CAST: conversão explícita de uma expressão para outro tipo. O uso responsável de CAST exige observar legibilidade, custo e possibilidade de reconciliação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Catálogo de dados: inventário pesquisável de datasets, tabelas, schemas e localizações. Em uma revisão técnica, examine Catálogo de dados junto de origem, transformação e evidência no destino. Área: Fundamentos de dados.
  • CD: entrega ou implantação contínua após aprovação das validações necessárias. Na prática, valide CD considerando sinal, limite, alerta e resposta operacional. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Change Data Capture (CDC): captura de inserções, atualizações e exclusões ocorridas na origem. O uso responsável de Change Data Capture (CDC) exige observar volume, latência e responsabilidade pelo domínio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Change failure rate: proporção de mudanças que causam incidente, rollback ou correção urgente. Em uma revisão técnica, examine Change failure rate junto de SLO, telemetria e resposta a incidentes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Chargeback: atribuição financeira do custo à unidade responsável. O uso responsável de Chargeback exige observar custo, confiabilidade e responsável pelo recurso. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Chave do objeto: caminho lógico completo que identifica um objeto dentro do bucket. Na prática, valide Chave do objeto considerando schema, tamanho de arquivo e mecanismo consumidor. Área: Armazenamento e formatos.
  • Chave natural: identificador originado no domínio do negócio, como número de pedido. Ao aplicar Chave natural, relacione a decisão a quarentena, reconciliação e reprocessamento. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Chave substituta: identificador técnico criado para representar uma entidade no modelo analítico. O uso responsável de Chave substituta exige observar SLA, SLO e evidência observável. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Check block: asserção contínua que valida uma condição sem gerenciar recurso. Na prática, valide Check block considerando dependências, backend e drift. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Cherry-pick: aplicação de um commit específico sobre a branch atual. Na prática, valide Cherry-pick considerando branch, commit e pull request. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Choreography: coordenação distribuída em que participantes reagem a eventos sem controlador central. Na prática, valide Choreography considerando alternativa mais simples e custo de operação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Chunking: processamento de dados em blocos menores para limitar memória e latência. Na prática, valide Chunking considerando custo de memória, I/O e concorrência. Área: Referência ampliada por domínio.
  • CI: integração contínua que valida cada mudança com formatação, testes e análise automática. Em uma revisão técnica, examine CI junto de mudança versionada, validação e rollback. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Circuit breaker: proteção que interrompe chamadas a uma dependência em falha persistente. Na prática, valide Circuit breaker considerando latência, capacidade e raio de impacto. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Classe de armazenamento: modalidade do S3 que equilibra frequência de acesso, disponibilidade e custo. Em uma revisão técnica, examine Classe de armazenamento junto de padrão de acesso, retenção e custo. Área: Armazenamento e formatos.
  • Client do Boto3: interface próxima da API do serviço, com operações explícitas e respostas em dicionários. O uso responsável de Client do Boto3 exige observar Boto3, credenciais e falhas de API. Área: Python e automação.
  • Clone: cópia do repositório com histórico e configuração de remote. Na prática, valide Clone considerando segredos, arquivos gerados e política do repositório. Área: Referência ampliada por domínio.
  • CloudTrail: trilha de eventos de API usada em auditoria e investigação. Na prática, valide CloudTrail considerando identidade, recurso, ação e condição da policy. Área: AWS e segurança.
  • COALESCE: função que retorna o primeiro valor não nulo de uma sequência. O uso responsável de COALESCE exige observar resultado, plano e volume processado. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Code coverage: proporção de elementos do código exercitados pelos testes. O uso responsável de Code coverage exige observar permissão temporária e proteção de branch. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Code owner: pessoa ou equipe indicada para revisar caminhos específicos. Ao aplicar Code owner, relacione a decisão a gatilho, validação, promoção e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Cold start: latência adicional quando a AWS precisa inicializar um novo ambiente de execução. Em uma revisão técnica, examine Cold start junto de Lambda, Glue e limites de execução. Área: Processamento e integração AWS.
  • Column pruning: leitura apenas das colunas exigidas pela consulta. Na prática, valide Column pruning considerando plano de execução e validação do negócio. Área: SQL e Amazon Athena.
  • Commit: snapshot imutável com autor, mensagem, data e pais. O uso responsável de Commit exige observar branch, commit e pull request. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Compactação de arquivos: combinação de arquivos pequenos em arquivos maiores para melhorar leitura analítica. Em uma revisão técnica, examine Compactação de arquivos junto de schema, tamanho de arquivo e mecanismo consumidor. Área: Armazenamento e formatos.
  • Completude: medida de preenchimento dos campos obrigatórios. Em uma revisão técnica, examine Completude junto de SLA, SLO e evidência observável. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Compressão: redução do tamanho físico dos dados para diminuir armazenamento e transferência. Em uma revisão técnica, examine Compressão junto de S3, Glue e Athena. Área: Armazenamento e formatos.
  • Concurrency control: limite e coordenação de execuções simultâneas. Ao aplicar Concurrency control, relacione a decisão a gatilho, validação, promoção e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Configuration management: controle de configurações por ambiente de forma versionada e auditável. Na prática, valide Configuration management considerando responsável, runbook e evidência de saúde. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Conflict: trecho que o Git não consegue combinar automaticamente. Em uma revisão técnica, examine Conflict junto de histórico legível, revisão e recuperação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Consistência: ausência de contradições entre registros, tabelas ou sistemas. Em uma revisão técnica, examine Consistência junto de produtor, consumidor e contrato de dados. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Content filter: controle que bloqueia ou transforma entradas e saídas por categoria. O uso responsável de Content filter exige observar métrica de qualidade e fallback determinístico. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Context: objeto da Lambda com informações da execução, como tempo restante e identificador da requisição. O uso responsável de Context exige observar volume, latência e contrato da saída. Área: Processamento e integração AWS.
  • Context manager: objeto que controla aquisição e liberação de recursos no bloco with. Ao aplicar Context manager, relacione a decisão a contrato da função e manutenção do código. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Context window: limite de informação que o modelo consegue considerar em uma interação. Na prática, valide Context window considerando fonte verificável, teste e revisão humana. Área: IA aplicada ao trabalho técnico.
  • Contract test: verificação de compatibilidade entre produtor e consumidor de uma interface. Ao aplicar Contract test, relacione a decisão a gatilho, validação, promoção e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Coroutine: função assíncrona pausável que coopera com o event loop. Ao aplicar Coroutine, relacione a decisão a tratamento explícito de erro e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Correlação: uso de um identificador comum para relacionar eventos de uma mesma execução. Na prática, valide Correlação considerando mudança versionada, validação e rollback. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Correlated subquery: subconsulta executada em relação à linha da consulta externa. O uso responsável de Correlated subquery exige observar granularidade, cardinalidade e regra de negócio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Cosine similarity: medida angular comum para comparar embeddings. Em uma revisão técnica, examine Cosine similarity junto de entrada não confiável e limite de ferramentas. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Count: meta-argumento que cria instâncias indexadas pela quantidade definida. O uso responsável de Count exige observar variáveis, módulos e evidência do CI. Área: Referência ampliada por domínio.
  • CQRS: separação dos modelos e caminhos de comando e consulta. O uso responsável de CQRS exige observar alternativa mais simples e custo de operação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Crawler: processo do Glue que inspeciona dados e cria ou atualiza tabelas e partições. Ao aplicar Crawler, relacione a decisão a Lambda, Glue e limites de execução. Área: Processamento e integração AWS.
  • Create before destroy: ordem de substituição que cria a nova instância antes de remover a antiga. Na prática, valide Create before destroy considerando variáveis, módulos e evidência do CI. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Credencial temporária: chave com validade curta emitida pelo STS ao assumir uma role. Ao aplicar Credencial temporária, relacione a decisão a menor privilégio, credenciais temporárias e custo. Área: AWS e segurança.
  • Criptografia em repouso: proteção dos dados armazenados usando chaves gerenciadas pela AWS ou pelo cliente. Em uma revisão técnica, examine Criptografia em repouso junto de responsabilidade compartilhada e raio de impacto. Área: AWS e segurança.
  • Criptografia em trânsito: proteção dos dados durante comunicação, normalmente com TLS. Ao aplicar Criptografia em trânsito, relacione a decisão a responsabilidade compartilhada e raio de impacto. Área: AWS e segurança.
  • CSV: formato textual tabular simples, legível, mas sem tipos fortes e geralmente menos eficiente para análise. Em uma revisão técnica, examine CSV junto de particionamento, compressão e volume lido. Área: Armazenamento e formatos.
  • CTAS: CREATE TABLE AS SELECT, usado no Athena para materializar o resultado em novo formato ou layout. O uso responsável de CTAS exige observar resultado esperado, granularidade e volume lido. Área: SQL e Amazon Athena.
  • CTE: resultado nomeado temporário definido com WITH para tornar a consulta legível e reutilizável. Ao aplicar CTE, relacione a decisão a particionamento, Parquet e custo de scan. Área: SQL e Amazon Athena.
  • Custo unitário: custo associado a uma unidade de negócio, como lote, gigabyte ou mil registros. O uso responsável de Custo unitário exige observar logs, métricas e evidência de implantação. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • CVE: identificador público de vulnerabilidade conhecida. Em uma revisão técnica, examine CVE junto de ameaça, controle preventivo e evidência de auditoria. Área: Referência ampliada por domínio.
  • CVSS: sistema de pontuação para gravidade de vulnerabilidades. O uso responsável de CVSS exige observar ameaça, controle preventivo e evidência de auditoria. Área: Referência ampliada por domínio.

D

Nesta seção: Dado estruturado | Dado não estruturado | Dado semiestruturado | Dados sensíveis | DAST | Data classification | Data contract | Data drift | Data exfiltration | Data fabric | Data freshness | Data Lake | Data masking | Data mesh | Data observability | Data owner | Data product | Data skew | Data source | Data steward | Data type | Data Warehouse | Dataclass | DATE_TRUNC | DDL | Decimal | Decorator | Deduplicação | Defense in depth | Denormalization | Dependency cache | Dependency graph | Dependency injection | Dependency lock file | Dependency pinning | Dependency scanning | Deployment frequency | Deployment lock | Deployment verification | Desacoplamento | Deserialization | Destroy | Detached HEAD | Deterministic workflow | DevOps | Diagrama de arquitetura | Diff | Dimension table | Directed Acyclic Graph (DAG) | Distillation | DISTINCT | DLQ | DML | Drift | Dynamic block | DynamicFrame

  • Dado estruturado: dado com esquema tabular previsível, como CSV ou tabela relacional. Ao aplicar Dado estruturado, relacione a decisão a latência, custo e necessidade do negócio. Área: Fundamentos de dados.
  • Dado não estruturado: conteúdo sem esquema tabular direto, como imagens, áudio e documentos. Em uma revisão técnica, examine Dado não estruturado junto de origem, transformação e evidência no destino. Área: Fundamentos de dados.
  • Dado semiestruturado: dado com organização interna flexível, como JSON ou logs. Em uma revisão técnica, examine Dado semiestruturado junto de latência, custo e necessidade do negócio. Área: Fundamentos de dados.
  • Dados sensíveis: informações que não devem ser enviadas a ferramentas sem autorização, proteção e finalidade definida. Em uma revisão técnica, examine Dados sensíveis junto de casos de avaliação e critério de aceitação. Área: IA aplicada ao trabalho técnico.
  • DAST: análise dinâmica que testa uma aplicação em execução por sua interface externa. Em uma revisão técnica, examine DAST junto de raio de impacto e segregação de funções. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Data classification: categorização por sensibilidade, criticidade e requisitos de proteção. Ao aplicar Data classification, relacione a decisão a raio de impacto e segregação de funções. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Data contract: acordo entre produtor e consumidor sobre schema, qualidade, frequência e compatibilidade. Ao aplicar Data contract, relacione a decisão a qualidade de dados e granularidade. Área: Fundamentos de dados.
  • Data drift: alteração estatística na distribuição dos dados ao longo do tempo. O uso responsável de Data drift exige observar regra mensurável, limite aceito e ação para falha. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Data exfiltration: retirada não autorizada de informações por resposta, ferramenta ou canal lateral. O uso responsável de Data exfiltration exige observar latência, tokens e proteção de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Data fabric: conjunto de capacidades integradas para conectar, governar e observar dados. O uso responsável de Data fabric exige observar orquestração, observabilidade e consumo. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Data freshness: idade do dado disponível em relação ao momento esperado. O uso responsável de Data freshness exige observar volume, latência e responsabilidade pelo domínio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Data Lake: repositório de objetos para dados em diferentes formatos e estágios de processamento. Na prática, valide Data Lake considerando S3, processamento e camada de consumo. Área: Arquitetura analítica.
  • Data masking: ocultação parcial ou transformação de valores para reduzir exposição. Ao aplicar Data masking, relacione a decisão a ameaça, controle preventivo e evidência de auditoria. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Data mesh: abordagem organizacional que distribui responsabilidade por domínios de dados. O uso responsável de Data mesh exige observar event time, reprocessamento e idempotência. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Data observability: monitoramento de volume, schema, qualidade, linhagem e atualização. O uso responsável de Data observability exige observar orquestração, observabilidade e consumo. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Data owner: papel responsável pelas decisões e resultados de um domínio de dados. Na prática, valide Data owner considerando volume, latência e responsabilidade pelo domínio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Data product: conjunto de dados tratado como produto, com dono, documentação, qualidade e consumidores definidos. Na prática, valide Data product considerando qualidade de dados e granularidade. Área: Fundamentos de dados.
  • Data skew: distribuição muito desigual dos dados, capaz de concentrar processamento em poucas partições. Ao aplicar Data skew, relacione a decisão a regra mensurável, limite aceito e ação para falha. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Data source: leitura de informação externa sem assumir o gerenciamento daquele recurso. Na prática, valide Data source considerando configuração, plano e efeito no state. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Data steward: papel que operacionaliza qualidade, definição e uso correto dos dados. Em uma revisão técnica, examine Data steward junto de orquestração, observabilidade e consumo. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Data type: domínio de valores e operações permitidos para uma coluna. Ao aplicar Data type, relacione a decisão a granularidade, cardinalidade e regra de negócio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Data Warehouse: plataforma analítica estruturada para consultas consistentes, modelos dimensionais e alta concorrência. Na prática, valide Data Warehouse considerando volume, latência e custo total. Área: Arquitetura analítica.
  • Dataclass: classe declarativa que gera inicialização, comparação e representação para dados estruturados. Em uma revisão técnica, examine Dataclass junto de contrato da função e manutenção do código. Área: Referência ampliada por domínio.
  • DATE_TRUNC: função que reduz uma data a uma unidade, como mês ou dia. O uso responsável de DATE_TRUNC exige observar chaves, nulos e duplicidades. Área: Referência ampliada por domínio.
  • DDL: comandos que definem estruturas, como CREATE TABLE e ALTER TABLE. Ao aplicar DDL, relacione a decisão a plano de execução e validação do negócio. Área: SQL e Amazon Athena.
  • Decimal: tipo numérico decimal apropriado quando precisão monetária precisa ser controlada. Na prática, valide Decimal considerando legibilidade, tipagem e cobertura de testes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Decorator: função que envolve outra função ou classe para adicionar comportamento. O uso responsável de Decorator exige observar tratamento explícito de erro e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Deduplicação: identificação e remoção ou consolidação de registros repetidos. Em uma revisão técnica, examine Deduplicação junto de SLA, SLO e evidência observável. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Defense in depth: uso de múltiplas camadas independentes de proteção. Ao aplicar Defense in depth, relacione a decisão a LGPD, retenção e resposta a incidente. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Denormalization: duplicação controlada de dados para simplificar ou acelerar leitura. Ao aplicar Denormalization, relacione a decisão a legibilidade, custo e possibilidade de reconciliação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Dependency cache: reutilização controlada de arquivos baixados para reduzir duração do build. Na prática, valide Dependency cache considerando tempo de feedback e evidência pós-deploy. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Dependency graph: grafo calculado pelo Terraform para ordenar operações conforme referências. Na prática, valide Dependency graph considerando fmt, validate e revisão do plan. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Dependency injection: fornecimento externo de dependências para reduzir acoplamento e facilitar testes. Em uma revisão técnica, examine Dependency injection junto de legibilidade, tipagem e cobertura de testes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Dependency lock file: arquivo que fixa seleções de versões e hashes dos providers. Ao aplicar Dependency lock file, relacione a decisão a variáveis, módulos e evidência do CI. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Dependency pinning: fixação controlada de versões para tornar instalações reproduzíveis. Ao aplicar Dependency pinning, relacione a decisão a memória, I/O e tamanho do lote. Área: Python e automação.
  • Dependency scanning: identificação de vulnerabilidades e licenças em dependências. Em uma revisão técnica, examine Dependency scanning junto de artefato imutável e ambiente de destino. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Deployment frequency: frequência com que mudanças válidas chegam ao ambiente alvo. Na prática, valide Deployment frequency considerando feedback rápido, implantação e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Deployment lock: exclusão mútua que impede deploys concorrentes no mesmo ambiente. Em uma revisão técnica, examine Deployment lock junto de artefato imutável e ambiente de destino. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Deployment verification: testes e métricas usados para confirmar saúde após mudança. Em uma revisão técnica, examine Deployment verification junto de artefato imutável e ambiente de destino. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Desacoplamento: separação entre produtores e consumidores por eventos, filas, contratos ou interfaces estáveis. O uso responsável de Desacoplamento exige observar S3, processamento e camada de consumo. Área: Arquitetura analítica.
  • Deserialization: reconstrução de objeto a partir de bytes ou texto recebido. O uso responsável de Deserialization exige observar contrato da função e manutenção do código. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Destroy: remoção dos recursos gerenciados pela configuração. Em uma revisão técnica, examine Destroy junto de fmt, validate e revisão do plan. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Detached HEAD: estado em que HEAD aponta diretamente para um commit. Em uma revisão técnica, examine Detached HEAD junto de segredos, arquivos gerados e política do repositório. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Deterministic workflow: sequência controlada de etapas em que o modelo atua em pontos delimitados. Na prática, valide Deterministic workflow considerando métrica de qualidade e fallback determinístico. Área: Referência ampliada por domínio.
  • DevOps: cultura e práticas que aproximam desenvolvimento, operação, segurança e negócio. Na prática, valide DevOps considerando responsável, runbook e evidência de saúde. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Diagrama de arquitetura: representação dos componentes, limites, fluxos e responsabilidades do sistema. Ao aplicar Diagrama de arquitetura, relacione a decisão a arquitetura, execução reproduzível e comunicação. Área: Carreira e comunicação técnica.
  • Diff: comparação textual entre árvores, commits, índice ou working tree. Na prática, valide Diff considerando branch, commit e pull request. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Dimension table: tabela descritiva usada para contextualizar e filtrar fatos. Ao aplicar Dimension table, relacione a decisão a resultado, plano e volume processado. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Directed Acyclic Graph (DAG): grafo de tarefas direcionado sem ciclos. O uso responsável de Directed Acyclic Graph (DAG) exige observar qualidade, linhagem e contrato de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Distillation: treinamento de modelo menor para reproduzir capacidades de um modelo maior. Em uma revisão técnica, examine Distillation junto de qualidade da fonte, avaliação e revisão humana. Área: Referência ampliada por domínio.
  • DISTINCT: remoção de duplicidades do conjunto projetado, com custo de processamento. Ao aplicar DISTINCT, relacione a decisão a legibilidade, custo e possibilidade de reconciliação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • DLQ: fila de mensagens que não puderam ser processadas após as tentativas previstas. Na prática, valide DLQ considerando retry, observabilidade e reprocessamento. Área: Processamento e integração AWS.
  • DML: comandos que consultam ou alteram dados, como SELECT e INSERT. O uso responsável de DML exige observar resultado esperado, granularidade e volume lido. Área: SQL e Amazon Athena.
  • Drift: diferença entre a infraestrutura real e o estado esperado pelo código. Na prática, valide Drift considerando fmt, validate e revisão do plan. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Dynamic block: geração programática de blocos aninhados a partir de uma coleção. Ao aplicar Dynamic block, relacione a decisão a variáveis, módulos e evidência do CI. Área: Referência ampliada por domínio.
  • DynamicFrame: abstração do Glue tolerante a dados semiestruturados e variações de schema. Em uma revisão técnica, examine DynamicFrame junto de volume, latência e contrato da saída. Área: Processamento e integração AWS.

E

Nesta seção: Elasticidade | ELT (Extract, Load, Transform) | Embedding | End-to-end test | Enriquecimento | Environment parity | Environment protection | Escalabilidade | Escalation | ETL (Extract, Transform, Load) | Evaluation dataset | Event | Event loop | Event sourcing | Event time | Eventual consistency | Evidência técnica | Exactly-once effect | Exceção | Execution plan | Explain plan | Explicit dependency | Exploit | Expression

  • Elasticidade: ajuste automático de capacidade conforme a demanda sobe ou desce. Em uma revisão técnica, examine Elasticidade junto de acoplamento, escala e recuperação de falhas. Área: Arquitetura analítica.
  • ELT (Extract, Load, Transform): carrega os dados primeiro e executa transformações no mecanismo de destino. O uso responsável de ELT (Extract, Load, Transform) exige observar origem, transformação e evidência no destino. Área: Fundamentos de dados.
  • Embedding: vetor numérico que representa propriedades semânticas de um conteúdo. O uso responsável de Embedding exige observar latência, tokens e proteção de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • End-to-end test: teste do fluxo completo através das interfaces externas. O uso responsável de End-to-end test exige observar artefato imutável e ambiente de destino. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Enriquecimento: combinação dos dados originais com atributos adicionais, como categoria, região ou faixa de preço. Em uma revisão técnica, examine Enriquecimento junto de qualidade de dados e granularidade. Área: Fundamentos de dados.
  • Environment parity: redução de diferenças relevantes entre desenvolvimento, teste e produção. Em uma revisão técnica, examine Environment parity junto de automação, segurança e custo operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Environment protection: aprovação e regras aplicadas antes de usar um ambiente. Em uma revisão técnica, examine Environment protection junto de artefato imutável e ambiente de destino. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Escalabilidade: capacidade de atender aumento de volume ou concorrência sem degradação incompatível com o objetivo. O uso responsável de Escalabilidade exige observar acoplamento, escala e recuperação de falhas. Área: Arquitetura analítica.
  • Escalation: transferência coordenada de responsabilidade quando o nível atual não resolve a situação. Na prática, valide Escalation considerando SLO, telemetria e resposta a incidentes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • ETL (Extract, Transform, Load): extrai os dados, transforma antes do destino analítico e só então carrega o resultado. O uso responsável de ETL (Extract, Transform, Load) exige observar schema, linhagem e contrato com o consumidor. Área: Fundamentos de dados.
  • Evaluation dataset: conjunto de casos representativos usado para medir comportamento do sistema. Ao aplicar Evaluation dataset, relacione a decisão a latência, tokens e proteção de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Event: documento que descreve o fato que acionou a função e seus dados de contexto. Em uma revisão técnica, examine Event junto de retry, observabilidade e reprocessamento. Área: Processamento e integração AWS.
  • Event loop: mecanismo que agenda e retoma corrotinas sem uma thread por operação. Em uma revisão técnica, examine Event loop junto de tratamento explícito de erro e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Event sourcing: persistência do histórico de eventos como fonte do estado. Em uma revisão técnica, examine Event sourcing junto de alternativa mais simples e custo de operação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Event time: horário em que o fato ocorreu no domínio de origem. O uso responsável de Event time exige observar event time, reprocessamento e idempotência. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Eventual consistency: convergência das réplicas após um intervalo em que leituras podem divergir. Em uma revisão técnica, examine Eventual consistency junto de alternativa mais simples e custo de operação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Evidência técnica: saída de teste, consulta, log sanitizado ou captura que comprova uma entrega. Em uma revisão técnica, examine Evidência técnica junto de problema, decisão, evidência e resultado. Área: Carreira e comunicação técnica.
  • Exactly-once effect: resultado final equivalente a uma única aplicação, mesmo com retries. O uso responsável de Exactly-once effect exige observar volume, latência e responsabilidade pelo domínio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Exceção: sinalização de uma falha que deve ser tratada no nível capaz de recuperar ou encerrar com contexto. Em uma revisão técnica, examine Exceção junto de interface de entrada, log estruturado e saída verificável. Área: Python e automação.
  • Execution plan: estratégia escolhida pelo otimizador para executar operadores da consulta. Na prática, valide Execution plan considerando granularidade, cardinalidade e regra de negócio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Explain plan: descrição de como o mecanismo pretende executar uma consulta. Em uma revisão técnica, examine Explain plan junto de resultado esperado, granularidade e volume lido. Área: SQL e Amazon Athena.
  • Explicit dependency: dependência declarada com depends_on quando referências não a expressam. O uso responsável de Explicit dependency exige observar dependências, backend e drift. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Exploit: técnica ou código que aproveita uma vulnerabilidade. O uso responsável de Exploit exige observar LGPD, retenção e resposta a incidente. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Expression: combinação de referências, operadores, funções e valores que produz um resultado. Ao aplicar Expression, relacione a decisão a revisão de segurança e remoção previsível. Área: Referência ampliada por domínio.

F

Nesta seção: Fact table | Fan-out | Fast-forward | Feature flag | Fetch | Fine-tuning | FinOps | Fixture | Flaky test | For_each | Foreign key | Formatting check | Function calling

  • Fact table: tabela de eventos mensuráveis definida em uma granularidade explícita. Em uma revisão técnica, examine Fact table junto de chaves, nulos e duplicidades. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Fan-out: distribuição de um evento para múltiplos consumidores. Ao aplicar Fan-out, relacione a decisão a latência, capacidade e raio de impacto. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Fast-forward: avanço de uma referência sem criar commit de merge. Ao aplicar Fast-forward, relacione a decisão a branch, commit e pull request. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Feature flag: controle que ativa comportamento sem exigir nova implantação. Em uma revisão técnica, examine Feature flag junto de SLO, telemetria e resposta a incidentes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Fetch: atualização das referências remotas sem integrar a branch atual. Em uma revisão técnica, examine Fetch junto de autoria, conflito e rastreabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Fine-tuning: ajuste dos pesos do modelo com exemplos específicos. Ao aplicar Fine-tuning, relacione a decisão a entrada não confiável e limite de ferramentas. Área: Referência ampliada por domínio.
  • FinOps: prática colaborativa para tornar custo de nuvem visível, atribuível e otimizado. O uso responsável de FinOps exige observar mudança versionada, validação e rollback. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Fixture: preparação reutilizável de estado ou dependências para um teste. Na prática, valide Fixture considerando tratamento explícito de erro e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Flaky test: teste que alterna entre sucesso e falha sem mudança relevante. Na prática, valide Flaky test considerando permissão temporária e proteção de branch. Área: Referência ampliada por domínio.
  • For_each: meta-argumento que cria instâncias estáveis a partir de mapa ou conjunto. O uso responsável de For_each exige observar dependências, backend e drift. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Foreign key: referência de uma tabela à chave de outra, usada para integridade relacional. O uso responsável de Foreign key exige observar granularidade, cardinalidade e regra de negócio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Formatting check: verificação determinística do estilo produzido pelo formatador. Na prática, valide Formatting check considerando tempo de feedback e evidência pós-deploy. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Function calling: mecanismo para mapear intenção do modelo a função com argumentos estruturados. Ao aplicar Function calling, relacione a decisão a métrica de qualidade e fallback determinístico. Área: Referência ampliada por domínio.

G

Nesta seção: Generator | GIL | Git LFS | GitFlow | Gitignore | Glue Data Catalog | Glue Job | Gold layer | Golden answer | Golden signals | Grain | Grounding | Guardrail

  • Generator: iterador produzido sob demanda com yield, útil para reduzir uso de memória. O uso responsável de Generator exige observar legibilidade, tipagem e cobertura de testes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • GIL: trava do CPython que limita execução simultânea de bytecode Python em threads. Em uma revisão técnica, examine GIL junto de tratamento explícito de erro e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Git LFS: extensão que guarda ponteiros no Git e objetos grandes em armazenamento separado. O uso responsável de Git LFS exige observar autoria, conflito e rastreabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • GitFlow: modelo com branches persistentes de desenvolvimento, release e correção. Ao aplicar GitFlow, relacione a decisão a feedback rápido, implantação e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Gitignore: regras para evitar que arquivos não rastreados sejam sugeridos ao versionamento. Ao aplicar Gitignore, relacione a decisão a branch, commit e pull request. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Glue Data Catalog: repositório de metadados compartilhado por Glue, Athena e outros serviços. Em uma revisão técnica, examine Glue Data Catalog junto de volume, latência e contrato da saída. Área: Processamento e integração AWS.
  • Glue Job: execução gerenciada de ETL, frequentemente com Spark ou Python shell. Em uma revisão técnica, examine Glue Job junto de evento de entrada, idempotência e destino de falha. Área: Processamento e integração AWS.
  • Gold layer: camada orientada a indicadores e consumidores específicos. Na prática, valide Gold layer considerando event time, reprocessamento e idempotência. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Golden answer: resposta de referência aprovada para comparação em avaliações. Na prática, valide Golden answer considerando latência, tokens e proteção de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Golden signals: latência, tráfego, erros e saturação usados como sinais operacionais básicos. Ao aplicar Golden signals, relacione a decisão a SLO, telemetria e resposta a incidentes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Grain: significado exato de uma linha, como uma venda por item e horário. O uso responsável de Grain exige observar chaves, nulos e duplicidades. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Grounding: vinculação da resposta a documentos, dados ou evidências verificáveis. O uso responsável de Grounding exige observar casos de avaliação e critério de aceitação. Área: IA aplicada ao trabalho técnico.
  • Guardrail: regra técnica ou de processo que limita ações e saídas inadequadas. O uso responsável de Guardrail exige observar privacidade, custo de tokens e latência. Área: IA aplicada ao trabalho técnico.

H

Nesta seção: Hallucination rate | Handler | Hardening | HCL | HEAD | Hook | Horizontal scaling | Human in the loop

  • Hallucination rate: frequência de afirmações sem suporte ou incorretas em um conjunto avaliado. O uso responsável de Hallucination rate exige observar latência, tokens e proteção de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Handler: função de entrada chamada pelo runtime da Lambda. Em uma revisão técnica, examine Handler junto de retry, observabilidade e reprocessamento. Área: Processamento e integração AWS.
  • Hardening: redução da superfície de ataque por configuração e remoção de recursos desnecessários. Em uma revisão técnica, examine Hardening junto de raio de impacto e segregação de funções. Área: Referência ampliada por domínio.
  • HCL: linguagem de configuração usada pelo Terraform. Na prática, valide HCL considerando configuração, plano e efeito no state. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • HEAD: referência simbólica que indica o commit ou branch atualmente selecionado. Ao aplicar HEAD, relacione a decisão a histórico legível, revisão e recuperação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Hook: script executado em eventos Git locais ou do servidor. O uso responsável de Hook exige observar histórico legível, revisão e recuperação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Horizontal scaling: aumento de capacidade adicionando instâncias. O uso responsável de Horizontal scaling exige observar contrato entre componentes e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Human in the loop: revisão humana em pontos onde risco, ambiguidade ou impacto exigem decisão responsável. O uso responsável de Human in the loop exige observar casos de avaliação e critério de aceitação. Área: IA aplicada ao trabalho técnico.

I

Nesta seção: IaC scanning | IAM | IAM Identity Center | IAM role | IAM user | Idempotência | Ignore changes | Immutable infrastructure | Import | Import block | Incident | Index | Indirect prompt injection | Inference batching | Infraestrutura como código (IaC) | Ingestão | Iterable | Iterator

  • IaC scanning: análise de infraestrutura como código contra políticas e más configurações. Em uma revisão técnica, examine IaC scanning junto de artefato imutável e ambiente de destino. Área: Referência ampliada por domínio.
  • IAM: serviço que gerencia identidades, papéis, políticas e autorização na AWS. Na prática, valide IAM considerando IAM, criptografia e trilha de auditoria. Área: AWS e segurança.
  • IAM Identity Center: serviço de acesso centralizado que fornece sessões federadas e credenciais temporárias. Ao aplicar IAM Identity Center, relacione a decisão a menor privilégio e responsabilidade operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • IAM role: identidade assumível que fornece credenciais temporárias para pessoas, serviços ou automações. Na prática, valide IAM role considerando identidade, recurso, ação e condição da policy. Área: AWS e segurança.
  • IAM user: identidade persistente de uma conta. Para pessoas, prefira federação e credenciais temporárias. Área: AWS e segurança.
  • Idempotência: propriedade que permite repetir a mesma operação sem duplicar o efeito final. Na prática, valide Idempotência considerando quarentena, reconciliação e reprocessamento. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Ignore changes: instrução para não reagir a mudanças selecionadas detectadas no recurso. Na prática, valide Ignore changes considerando dependências, backend e drift. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Immutable infrastructure: substituição de componentes em vez de alteração manual após implantação. Na prática, valide Immutable infrastructure considerando feedback rápido, implantação e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Import: associação de um recurso existente a um endereço no state. Na prática, valide Import considerando dependências, menor privilégio e ciclo de vida. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Import block: declaração versionada para associar recurso existente ao state. Em uma revisão técnica, examine Import block junto de plan, state e ciclo de vida do recurso. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Incident: evento que degrada ou interrompe um serviço ou dado esperado. Em uma revisão técnica, examine Incident junto de feedback rápido, implantação e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Index: estrutura auxiliar que acelera localizações em bancos que oferecem esse recurso. Em uma revisão técnica, examine Index junto de granularidade, cardinalidade e regra de negócio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Indirect prompt injection: instrução maliciosa presente em documento ou dado recuperado. Na prática, valide Indirect prompt injection considerando métrica de qualidade e fallback determinístico. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Inference batching: processamento conjunto de múltiplas entradas para aumentar eficiência. O uso responsável de Inference batching exige observar métrica de qualidade e fallback determinístico. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Infraestrutura como código (IaC): definição versionada de recursos e configurações em arquivos declarativos. Em uma revisão técnica, examine Infraestrutura como código (IaC) junto de backend, drift e procedimento de remoção. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Ingestão: entrada de dados no pipeline a partir de arquivos, APIs, bancos ou eventos. Ao aplicar Ingestão, relacione a decisão a schema, linhagem e contrato com o consumidor. Área: Fundamentos de dados.
  • Iterable: objeto capaz de fornecer um iterador, como lista, tupla ou arquivo. Em uma revisão técnica, examine Iterable junto de legibilidade, tipagem e cobertura de testes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Iterator: objeto que entrega um item por vez e mantém o estado da iteração. Em uma revisão técnica, examine Iterator junto de contrato da função e manutenção do código. Área: Referência ampliada por domínio.

J

Nesta seção: Jailbreak | Job | Job parallelization | JOIN | JSON | JSON Lines (JSONL)

  • Jailbreak: técnica para contornar controles e induzir comportamento proibido. Na prática, valide Jailbreak considerando latência, tokens e proteção de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Job: conjunto de etapas executadas em um runner. Na prática, valide Job considerando logs, métricas e evidência de implantação. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Job parallelization: execução concorrente de tarefas independentes para reduzir tempo total. Em uma revisão técnica, examine Job parallelization junto de permissão temporária e proteção de branch. Área: Referência ampliada por domínio.
  • JOIN: operação que combina linhas de conjuntos diferentes por uma condição de relacionamento. Em uma revisão técnica, examine JOIN junto de cardinalidade, nulos e duplicidades. Área: SQL e Amazon Athena.
  • JSON: formato semiestruturado que representa objetos e listas, comum em APIs e eventos. Ao aplicar JSON, relacione a decisão a schema, tamanho de arquivo e mecanismo consumidor. Área: Armazenamento e formatos.
  • JSON Lines (JSONL): formato com um objeto JSON por linha, útil para processamento incremental. Ao aplicar JSON Lines (JSONL), relacione a decisão a particionamento, compressão e volume lido. Área: Armazenamento e formatos.

K

Nesta seção: KMS

  • KMS: serviço de criação, controle e auditoria de chaves criptográficas. Na prática, valide KMS considerando identidade, recurso, ação e condição da policy. Área: AWS e segurança.

L

Nesta seção: LAG e LEAD | Lakehouse | Landing zone de dados | Late-arriving data | Lead time for changes | LGPD | Lifecycle | Lifecycle meta-argument | Linhagem de dados | Lint | Load balancer | Local | Log | Logging estruturado

  • LAG e LEAD: funções de janela que acessam linha anterior ou seguinte sem self-join. Na prática, valide LAG e LEAD considerando resultado, plano e volume processado. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Lakehouse: arquitetura que adiciona recursos de governança e transação de warehouse sobre armazenamento de data lake. Na prática, valide Lakehouse considerando acoplamento, escala e recuperação de falhas. Área: Arquitetura analítica.
  • Landing zone de dados: área inicial de recepção antes da validação e promoção para outras camadas. O uso responsável de Landing zone de dados exige observar S3, processamento e camada de consumo. Área: Arquitetura analítica.
  • Late-arriving data: dado cujo event time pertence a uma janela já processada. O uso responsável de Late-arriving data exige observar volume, latência e responsabilidade pelo domínio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Lead time for changes: tempo entre uma mudança iniciada e sua disponibilidade ao usuário. Na prática, valide Lead time for changes considerando responsável, runbook e evidência de saúde. Área: Referência ampliada por domínio.
  • LGPD: lei brasileira que regula tratamento de dados pessoais e direitos dos titulares. O uso responsável de LGPD exige observar raio de impacto e segregação de funções. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Lifecycle: regras que movem ou expiram objetos conforme idade e prefixo. Em uma revisão técnica, examine Lifecycle junto de schema, tamanho de arquivo e mecanismo consumidor. Área: Armazenamento e formatos.
  • Lifecycle meta-argument: controle de criação, substituição e proteção de um recurso. O uso responsável de Lifecycle meta-argument exige observar variáveis, módulos e evidência do CI. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Linhagem de dados: registro de origem, transformações e destinos percorridos por um dado. O uso responsável de Linhagem de dados exige observar origem, transformação e evidência no destino. Área: Fundamentos de dados.
  • Lint: análise estática de erros, inconsistências e padrões de código. O uso responsável de Lint exige observar gatilho, validação, promoção e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Load balancer: componente que distribui solicitações entre destinos saudáveis. Ao aplicar Load balancer, relacione a decisão a acoplamento, consistência e tolerância a falhas. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Local: valor calculado internamente para reduzir repetição e centralizar expressões. O uso responsável de Local exige observar fmt, validate e revisão do plan. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Log: registro discreto de um evento ocorrido durante a execução. Ao aplicar Log, relacione a decisão a mudança versionada, validação e rollback. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Logging estruturado: logs em campos previsíveis, frequentemente JSON, para facilitar busca e correlação. O uso responsável de Logging estruturado exige observar tipagem, tratamento de erro e teste automatizado. Área: Python e automação.

M

Nesta seção: Materialized view | Mean Time to Recovery (MTTR) | Medallion architecture | Memory profiling | Menor privilégio | Merge | Metadado | Métrica | MFA | Micro-batch | Microservice | Mock | Model inversion | Modelo de linguagem | Modelo de responsabilidade compartilhada | Moderation | Module | Module Registry | Monolith | Moved block | Mypy

  • Materialized view: resultado de consulta persistido e atualizado conforme estratégia definida. Em uma revisão técnica, examine Materialized view junto de legibilidade, custo e possibilidade de reconciliação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Mean Time to Recovery (MTTR): tempo médio para restaurar serviço após falha. Em uma revisão técnica, examine Mean Time to Recovery (MTTR) junto de automação, segurança e custo operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Medallion architecture: organização progressiva de dados em níveis de qualidade. Ao aplicar Medallion architecture, relacione a decisão a event time, reprocessamento e idempotência. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Memory profiling: medição de consumo de memória para localizar estruturas ou etapas custosas. O uso responsável de Memory profiling exige observar custo de memória, I/O e concorrência. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Menor privilégio: concessão somente das ações e recursos necessários para uma tarefa. Na prática, valide Menor privilégio considerando responsabilidade compartilhada e raio de impacto. Área: AWS e segurança.
  • Merge: combinação de históricos divergentes em uma linha comum. Ao aplicar Merge, relacione a decisão a autoria, conflito e rastreabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Metadado: informação que descreve o dado, como nome de coluna, tipo, origem, partição e data de atualização. Na prática, valide Metadado considerando latência, custo e necessidade do negócio. Área: Fundamentos de dados.
  • Métrica: série numérica acompanhada ao longo do tempo, como erros, duração ou bytes processados. Na prática, valide Métrica considerando logs, métricas e evidência de implantação. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • MFA: segundo fator de autenticação que reduz o risco de comprometimento por senha. Ao aplicar MFA, relacione a decisão a menor privilégio, credenciais temporárias e custo. Área: AWS e segurança.
  • Micro-batch: processamento frequente de lotes pequenos para reduzir latência. Na prática, valide Micro-batch considerando event time, reprocessamento e idempotência. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Microservice: serviço pequeno, implantável de forma independente e alinhado a uma capacidade. Na prática, valide Microservice considerando acoplamento, consistência e tolerância a falhas. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Mock: substituto controlado para uma dependência externa durante testes. Em uma revisão técnica, examine Mock junto de Boto3, credenciais e falhas de API. Área: Python e automação.
  • Model inversion: tentativa de inferir dados de treinamento ou atributos sensíveis pelo modelo. Ao aplicar Model inversion, relacione a decisão a métrica de qualidade e fallback determinístico. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Modelo de linguagem: sistema que gera ou analisa texto e código a partir do contexto recebido. Ao aplicar Modelo de linguagem, relacione a decisão a casos de avaliação e critério de aceitação. Área: IA aplicada ao trabalho técnico.
  • Modelo de responsabilidade compartilhada: divisão entre a segurança operada pela AWS e a configuração sob responsabilidade do cliente. Na prática, valide Modelo de responsabilidade compartilhada considerando identidade, recurso, ação e condição da policy. Área: AWS e segurança.
  • Moderation: classificação de conteúdo para aplicar regras de segurança. Em uma revisão técnica, examine Moderation junto de latência, tokens e proteção de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Module: conjunto reutilizável de recursos com entradas e saídas. Ao aplicar Module, relacione a decisão a backend, drift e procedimento de remoção. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Module Registry: catálogo público ou privado de módulos versionados. Na prática, valide Module Registry considerando plan, state e ciclo de vida do recurso. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Monolith: aplicação implantada como uma unidade principal de execução. Ao aplicar Monolith, relacione a decisão a latência, capacidade e raio de impacto. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Moved block: registro de mudança de endereço sem recriar o objeto remoto. Ao aplicar Moved block, relacione a decisão a plan, state e ciclo de vida do recurso. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Mypy: verificador estático de tipos para código Python anotado. Na prática, valide Mypy considerando custo de memória, I/O e concorrência. Área: Referência ampliada por domínio.

N

Nesta seção: NAT Gateway | Network ACL | Normalization | NULL | Nullable variable

  • NAT Gateway: serviço gerenciado que permite saída à internet para recursos em subnets privadas. Na prática, valide NAT Gateway considerando cota, observabilidade e procedimento de limpeza. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Network ACL: controle stateless de entrada e saída aplicado no limite da subnet. Ao aplicar Network ACL, relacione a decisão a integração com S3, eventos e consumidores. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Normalization: decomposição de tabelas para reduzir redundância e anomalias de atualização. Na prática, valide Normalization considerando legibilidade, custo e possibilidade de reconciliação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • NULL: ausência de valor conhecido; não equivale a zero nem a texto vazio. O uso responsável de NULL exige observar resultado, plano e volume processado. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Nullable variable: input que permite ou recusa null de forma explícita. O uso responsável de Nullable variable exige observar revisão de segurança e remoção previsível. Área: Referência ampliada por domínio.

O

Nesta seção: Object ID | Objeto | Observabilidade | OIDC | Operational readiness | Orchestration | Orchestration pattern | Organizational Unit (OU) | Origin | Output

  • Object ID: hash que identifica conteúdo Git; SHA-1 ou SHA-256 conforme repositório. Ao aplicar Object ID, relacione a decisão a segredos, arquivos gerados e política do repositório. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Objeto: arquivo armazenado no S3 junto com metadados e uma chave. Na prática, valide Objeto considerando schema, tamanho de arquivo e mecanismo consumidor. Área: Armazenamento e formatos.
  • Observabilidade: capacidade de compreender o estado interno do sistema por logs, métricas e traces. Em uma revisão técnica, examine Observabilidade junto de custo, confiabilidade e responsável pelo recurso. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • OIDC: protocolo usado pelo GitHub Actions para obter credenciais temporárias na AWS sem chaves permanentes. Na prática, valide OIDC considerando menor privilégio, credenciais temporárias e custo. Área: AWS e segurança.
  • Operational readiness: evidência de que monitoramento, resposta, segurança, custo e suporte estão preparados. Ao aplicar Operational readiness, relacione a decisão a responsável, runbook e evidência de saúde. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Orchestration: coordenação central de dependências, estados, retries e agendas. Na prática, valide Orchestration considerando event time, reprocessamento e idempotência. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Orchestration pattern: coordenação em que um componente determina a sequência do processo. Na prática, valide Orchestration pattern considerando acoplamento, consistência e tolerância a falhas. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Organizational Unit (OU): agrupamento hierárquico de contas dentro de uma organização AWS. Na prática, valide Organizational Unit (OU) considerando cota, observabilidade e procedimento de limpeza. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Origin: nome convencional do remote criado durante o clone. Em uma revisão técnica, examine Origin junto de branch, commit e pull request. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Output: valor exposto depois do planejamento ou aplicação, útil para integração e validação. Na prática, valide Output considerando configuração, plano e efeito no state. Área: Terraform e infraestrutura como código.

P

Nesta seção: P95 latency | PACELC | Package registry | Paginação | Parameterized test | Parquet | Partição Hive-style | Particionamento | Partition pruning | Patch | Patching | Pathlib | Percentile | Personally Identifiable Information (PII) | Pipeline as code | Pipeline de dados | Plan | Poison pill | Policy | Policy as code | Portfólio | Postcondition | Post-mortem | Precision | Precondition | Predicate | Prefixo | Prevent destroy | Primary key | Principal | Privilege escalation | Process | Processing time | Promotion | Prompt | Prompt injection | Protocol | Provider | Provider alias | Provisioner | Pseudonymization | Publish/subscribe | Pull | Push | Pushdown predicate | Pytest

  • P95 latency: duração abaixo da qual 95% das chamadas terminam. Em uma revisão técnica, examine P95 latency junto de entrada não confiável e limite de ferramentas. Área: Referência ampliada por domínio.
  • PACELC: extensão do CAP que considera também latência versus consistência sem partição. Em uma revisão técnica, examine PACELC junto de contrato entre componentes e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Package registry: serviço que publica e distribui dependências de uma linguagem ou ecossistema. O uso responsável de Package registry exige observar SLO, telemetria e resposta a incidentes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Paginação: leitura de respostas divididas em páginas quando a API não retorna todos os itens de uma vez. Na prática, valide Paginação considerando interface de entrada, log estruturado e saída verificável. Área: Python e automação.
  • Parameterized test: mesmo teste executado com vários conjuntos de entradas e resultados esperados. Na prática, valide Parameterized test considerando tratamento explícito de erro e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Parquet: formato colunar com schema, compressão e leitura seletiva de colunas. Ao aplicar Parquet, relacione a decisão a particionamento, compressão e volume lido. Área: Armazenamento e formatos.
  • Partição Hive-style: caminho no padrão campo=valor, reconhecido por mecanismos como Glue e Athena. O uso responsável de Partição Hive-style exige observar particionamento, compressão e volume lido. Área: Armazenamento e formatos.
  • Particionamento: separação física ou lógica dos dados por campos usados em filtros, como data e região. O uso responsável de Particionamento exige observar schema, tamanho de arquivo e mecanismo consumidor. Área: Armazenamento e formatos.
  • Partition pruning: descarte de partições que não atendem ao filtro da consulta. Na prática, valide Partition pruning considerando resultado esperado, granularidade e volume lido. Área: SQL e Amazon Athena.
  • Patch: representação aplicável de diferenças entre versões. Ao aplicar Patch, relacione a decisão a autoria, conflito e rastreabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Patching: aplicação controlada de correções de segurança e estabilidade. Em uma revisão técnica, examine Patching junto de LGPD, retenção e resposta a incidente. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Pathlib: API orientada a objetos da biblioteca padrão para caminhos e arquivos. Ao aplicar Pathlib, relacione a decisão a legibilidade, tipagem e cobertura de testes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Percentile: medida que posiciona um valor em relação à distribuição observada. Na prática, valide Percentile considerando legibilidade, custo e possibilidade de reconciliação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Personally Identifiable Information (PII): informação que identifica ou pode identificar uma pessoa. Em uma revisão técnica, examine Personally Identifiable Information (PII) junto de qualidade, linhagem e contrato de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Pipeline as code: definição versionada das etapas de integração e entrega. Na prática, valide Pipeline as code considerando tempo de feedback e evidência pós-deploy. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Pipeline de dados: sequência automatizada que ingere, valida, transforma, armazena e disponibiliza dados. Em uma revisão técnica, examine Pipeline de dados junto de qualidade de dados e granularidade. Área: Fundamentos de dados.
  • Plan: prévia das mudanças que o Terraform pretende executar. Na prática, valide Plan considerando fmt, validate e revisão do plan. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Poison pill: registro que falha repetidamente e bloqueia ou degrada o consumidor. Na prática, valide Poison pill considerando event time, reprocessamento e idempotência. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Policy: documento JSON que permite ou nega ações sobre recursos sob condições definidas. Em uma revisão técnica, examine Policy junto de identidade, recurso, ação e condição da policy. Área: AWS e segurança.
  • Policy as code: regras de conformidade expressas em código e verificadas automaticamente. Na prática, valide Policy as code considerando responsável, runbook e evidência de saúde. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Portfólio: seleção de projetos que demonstra raciocínio, execução e comunicação, não apenas arquivos publicados. Ao aplicar Portfólio, relacione a decisão a autoria, limitações e próximos passos reais. Área: Carreira e comunicação técnica.
  • Postcondition: condição verificada depois que valores do recurso estão disponíveis. O uso responsável de Postcondition exige observar revisão de segurança e remoção previsível. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Post-mortem: análise sem culpabilização de uma falha, suas causas, impacto e ações preventivas. Na prática, valide Post-mortem considerando arquitetura, execução reproduzível e comunicação. Área: Carreira e comunicação técnica.
  • Precision: proporção de resultados positivos retornados que são realmente corretos. Em uma revisão técnica, examine Precision junto de métrica de qualidade e fallback determinístico. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Precondition: condição verificada antes de uma operação de recurso ou output. Ao aplicar Precondition, relacione a decisão a revisão de segurança e remoção previsível. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Predicate: condição de filtro usada para reduzir as linhas processadas. O uso responsável de Predicate exige observar particionamento, Parquet e custo de scan. Área: SQL e Amazon Athena.
  • Prefixo: parte inicial compartilhada por chaves, usada para organização e filtros. Na prática, valide Prefixo considerando S3, Glue e Athena. Área: Armazenamento e formatos.
  • Prevent destroy: proteção que faz o plan falhar quando tentaria destruir o recurso. Em uma revisão técnica, examine Prevent destroy junto de plan, state e ciclo de vida do recurso. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Primary key: coluna ou conjunto de colunas que identifica cada linha de forma única. Na prática, valide Primary key considerando granularidade, cardinalidade e regra de negócio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Principal: identidade que faz uma solicitação, como usuário, role, serviço ou identidade federada. Em uma revisão técnica, examine Principal junto de responsabilidade compartilhada e raio de impacto. Área: AWS e segurança.
  • Privilege escalation: obtenção indevida ou controlada de permissões superiores. Ao aplicar Privilege escalation, relacione a decisão a identidade, dado protegido e menor privilégio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Process: instância isolada de programa com espaço próprio de memória. O uso responsável de Process exige observar contrato da função e manutenção do código. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Processing time: horário em que o sistema processou o evento. Em uma revisão técnica, examine Processing time junto de orquestração, observabilidade e consumo. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Promotion: avanço do mesmo artefato validado entre ambientes. O uso responsável de Promotion exige observar gatilho, validação, promoção e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Prompt: instrução e contexto fornecidos ao modelo para orientar uma tarefa. Ao aplicar Prompt, relacione a decisão a privacidade, custo de tokens e latência. Área: IA aplicada ao trabalho técnico.
  • Prompt injection: instrução maliciosa destinada a desviar o modelo de regras anteriores. O uso responsável de Prompt injection exige observar entrada não confiável e limite de ferramentas. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Protocol: contrato estrutural de tipos que descreve métodos esperados sem exigir herança. Ao aplicar Protocol, relacione a decisão a tratamento explícito de erro e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Provider: plugin que traduz recursos declarados para APIs de uma plataforma. Na prática, valide Provider considerando configuração, plano e efeito no state. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Provider alias: configuração adicional do mesmo provider para outra região ou conta. Na prática, valide Provider alias considerando plan, state e ciclo de vida do recurso. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Provisioner: mecanismo de último recurso que executa comandos durante criação ou destruição. Em uma revisão técnica, examine Provisioner junto de plan, state e ciclo de vida do recurso. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Pseudonymization: substituição de identificadores por pseudônimos reversíveis sob controle separado. Ao aplicar Pseudonymization, relacione a decisão a ameaça, controle preventivo e evidência de auditoria. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Publish/subscribe: padrão em que produtores publicam por tópico e assinantes recebem de forma independente. Em uma revisão técnica, examine Publish/subscribe junto de contrato entre componentes e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Pull: fetch seguido de merge ou rebase conforme configuração. Na prática, valide Pull considerando branch, commit e pull request. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Push: envio de objetos e atualização solicitada de referências remotas. Em uma revisão técnica, examine Push junto de autoria, conflito e rastreabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Pushdown predicate: filtro aplicado cedo para evitar leitura de partições desnecessárias. O uso responsável de Pushdown predicate exige observar evento de entrada, idempotência e destino de falha. Área: Processamento e integração AWS.
  • Pytest: framework de testes com descoberta, fixtures e parametrização. O uso responsável de Pytest exige observar tratamento explícito de erro e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.

Q

Nesta seção: Quantization | Quarentena | Queue depth

  • Quantization: redução da precisão numérica dos pesos para diminuir memória e custo de inferência. Na prática, valide Quantization considerando qualidade da fonte, avaliação e revisão humana. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Quarentena: área onde registros inválidos ficam isolados para investigação e possível reprocessamento. Em uma revisão técnica, examine Quarentena junto de regra mensurável, limite aceito e ação para falha. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Queue depth: quantidade de mensagens aguardando processamento. Ao aplicar Queue depth, relacione a decisão a latência, capacidade e raio de impacto. Área: Referência ampliada por domínio.

R

Nesta seção: RAG | Rate limit | README de projeto | Rebase | Recall | Reconciliação | Refresh | Região AWS | Regra de qualidade | Regression test | Release | Release candidate | Remote | Remote state data source | Replace option | Replay | Repository | Required status check | Reset | Resiliência | Resource | Resource do Boto3 | Retention policy | Retry | Retry storm | Revert | Rollback | Rollforward | Rolling deployment | Route table | RPO | RTO | Ruff | Runbook | Runbook automation | Runner | Runtime

  • RAG: recuperação de conteúdo relevante antes da geração da resposta. Ao aplicar RAG, relacione a decisão a casos de avaliação e critério de aceitação. Área: IA aplicada ao trabalho técnico.
  • Rate limit: política que limita solicitações por identidade ou período. O uso responsável de Rate limit exige observar contrato entre componentes e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • README de projeto: página que explica problema, arquitetura, execução, validação, decisões e limitações. Em uma revisão técnica, examine README de projeto junto de autoria, limitações e próximos passos reais. Área: Carreira e comunicação técnica.
  • Rebase: reaplicação de commits sobre uma nova base para reorganizar o histórico. Ao aplicar Rebase, relacione a decisão a branch, commit e pull request. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Recall: proporção de resultados corretos existentes que foram encontrados. Na prática, valide Recall considerando qualidade da fonte, avaliação e revisão humana. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Reconciliação: comparação entre origem e destino para confirmar contagens, totais e integridade. Ao aplicar Reconciliação, relacione a decisão a quarentena, reconciliação e reprocessamento. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Refresh: sincronização do state com atributos observados nos provedores. O uso responsável de Refresh exige observar revisão de segurança e remoção previsível. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Região AWS: área geográfica que contém múltiplas zonas de disponibilidade. Em uma revisão técnica, examine Região AWS junto de responsabilidade compartilhada e raio de impacto. Área: AWS e segurança.
  • Regra de qualidade: condição verificável que classifica um registro ou lote como válido ou inválido. Em uma revisão técnica, examine Regra de qualidade junto de quarentena, reconciliação e reprocessamento. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Regression test: teste que evita retorno de defeito já corrigido. Na prática, valide Regression test considerando gatilho, validação, promoção e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Release: publicação associada a uma tag, notas e artefatos em plataformas como GitHub. O uso responsável de Release exige observar branch, commit e pull request. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Release candidate: versão candidata submetida às validações finais. Em uma revisão técnica, examine Release candidate junto de permissão temporária e proteção de branch. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Remote: apelido local para outro repositório e suas referências. Em uma revisão técnica, examine Remote junto de branch, commit e pull request. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Remote state data source: leitura de outputs publicados por outro state. Ao aplicar Remote state data source, relacione a decisão a revisão de segurança e remoção previsível. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Replace option: solicitação explícita para substituir um endereço no próximo plan. Na prática, valide Replace option considerando plan, state e ciclo de vida do recurso. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Replay: reenvio controlado de eventos previamente registrados. O uso responsável de Replay exige observar qualidade, linhagem e contrato de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Repository: banco de objetos e referências que guarda o histórico de um projeto. Em uma revisão técnica, examine Repository junto de autoria, conflito e rastreabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Required status check: validação que precisa passar antes do merge. O uso responsável de Required status check exige observar permissão temporária e proteção de branch. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Reset: reposicionamento de referência e, conforme modo, do índice e working tree. O uso responsável de Reset exige observar segredos, arquivos gerados e política do repositório. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Resiliência: capacidade de detectar falhas, limitar impacto e recuperar o processamento. Na prática, valide Resiliência considerando acoplamento, escala e recuperação de falhas. Área: Arquitetura analítica.
  • Resource: bloco que declara um objeto gerenciado pelo Terraform. Em uma revisão técnica, examine Resource junto de backend, drift e procedimento de remoção. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Resource do Boto3: abstração orientada a objetos disponível para alguns serviços. Ao aplicar Resource do Boto3, relacione a decisão a Boto3, credenciais e falhas de API. Área: Python e automação.
  • Retention policy: regra que determina por quanto tempo dados devem ser mantidos. Ao aplicar Retention policy, relacione a decisão a identidade, dado protegido e menor privilégio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Retry: nova tentativa automática ou programada após falha. Ao aplicar Retry, relacione a decisão a retry, observabilidade e reprocessamento. Área: Processamento e integração AWS.
  • Retry storm: aumento de carga causado por muitos clientes repetindo falhas simultaneamente. Na prática, valide Retry storm considerando acoplamento, consistência e tolerância a falhas. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Revert: novo commit que desfaz o efeito de um commit anterior. Ao aplicar Revert, relacione a decisão a branch, commit e pull request. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Rollback: retorno a uma versão anterior conhecida. Ao aplicar Rollback, relacione a decisão a SLO, telemetria e resposta a incidentes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Rollforward: correção por nova versão que avança o sistema em vez de restaurar a anterior. Ao aplicar Rollforward, relacione a decisão a automação, segurança e custo operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Rolling deployment: substituição gradual de instâncias sem trocar todo o ambiente de uma vez. Ao aplicar Rolling deployment, relacione a decisão a feedback rápido, implantação e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Route table: conjunto de regras que determina para onde o tráfego de uma subnet é enviado. O uso responsável de Route table exige observar cota, observabilidade e procedimento de limpeza. Área: Referência ampliada por domínio.
  • RPO: quantidade máxima de dados que o negócio aceita perder, medida em tempo. Na prática, valide RPO considerando acoplamento, escala e recuperação de falhas. Área: Arquitetura analítica.
  • RTO: tempo máximo aceitável para restaurar um serviço após interrupção. Na prática, valide RTO considerando volume, latência e custo total. Área: Arquitetura analítica.
  • Ruff: ferramenta rápida para lint e formatação de projetos Python. O uso responsável de Ruff exige observar legibilidade, tipagem e cobertura de testes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Runbook: procedimento operacional para diagnosticar, corrigir e validar uma situação conhecida. Ao aplicar Runbook, relacione a decisão a mudança versionada, validação e rollback. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Runbook automation: execução automatizada de procedimentos operacionais conhecidos. O uso responsável de Runbook automation exige observar feedback rápido, implantação e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Runner: máquina que executa um job do GitHub Actions. Ao aplicar Runner, relacione a decisão a sinal, limite, alerta e resposta operacional. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Runtime: ambiente de linguagem e versão em que uma função Lambda é executada. Ao aplicar Runtime, relacione a decisão a retry, observabilidade e reprocessamento. Área: Processamento e integração AWS.

S

Nesta seção: SAST | Saved plan | Scan | Scheduler | Schema | Schema drift | Schema evolution | Secret rotation | Secret scanning | Secrets management | Secrets Manager | Secure deletion | Security group | Selectivity | Semantic search | Semantic versioning | Sensitive output | Sensitive value | Sensor | Separation of duties | Serialization | Service Control Policy (SCP) | Serviço global | Serving layer | Session | Session window | Severity | Shift left | Showback | Signed commit | Silver layer | SLA | SLI | Sliding window | SLO | Slowly Changing Dimension Type 1 | Slowly Changing Dimension Type 2 | Small files problem | Smoke test | Snowflake schema | Software Bill of Materials (SBOM) | Software supply chain | Spark DataFrame | Staging area | Star schema | Stash | State | State locking | Stateless component | Static typing | Streaming | String interpolation | Strong consistency | Submodule | Subnet | Subquery | Synchronous communication | System instruction

  • SAST: análise estática que procura vulnerabilidades sem executar a aplicação. O uso responsável de SAST exige observar raio de impacto e segregação de funções. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Saved plan: arquivo binário que congela as ações revisadas para aplicação posterior. Em uma revisão técnica, examine Saved plan junto de plan, state e ciclo de vida do recurso. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Scan: quantidade de dados lida por uma consulta, principal fator de custo do Athena. Na prática, valide Scan considerando plano de execução e validação do negócio. Área: SQL e Amazon Athena.
  • Scheduler: componente que dispara trabalhos conforme tempo ou condição. O uso responsável de Scheduler exige observar orquestração, observabilidade e consumo. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Schema: definição dos campos, tipos, restrições e significado de um conjunto de dados. Na prática, valide Schema considerando schema, linhagem e contrato com o consumidor. Área: Fundamentos de dados.
  • Schema drift: mudança inesperada de campos ou tipos recebidos da origem. Em uma revisão técnica, examine Schema drift junto de SLA, SLO e evidência observável. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Schema evolution: mudança controlada do esquema ao longo do tempo sem interromper consumidores compatíveis. Ao aplicar Schema evolution, relacione a decisão a latência, custo e necessidade do negócio. Área: Fundamentos de dados.
  • Secret rotation: substituição periódica ou emergencial de credenciais. Em uma revisão técnica, examine Secret rotation junto de raio de impacto e segregação de funções. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Secret scanning: detecção de padrões de credenciais em conteúdo versionado. Na prática, valide Secret scanning considerando gatilho, validação, promoção e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Secrets management: armazenamento, acesso, rotação e auditoria de segredos. Ao aplicar Secrets management, relacione a decisão a feedback rápido, implantação e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Secrets Manager: serviço para armazenar, rotacionar e recuperar segredos de aplicações. Ao aplicar Secrets Manager, relacione a decisão a identidade, recurso, ação e condição da policy. Área: AWS e segurança.
  • Secure deletion: remoção conforme garantias do meio, cópias, versões e backups. O uso responsável de Secure deletion exige observar identidade, dado protegido e menor privilégio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Security group: firewall stateful aplicado a interfaces de rede e recursos compatíveis. O uso responsável de Security group exige observar menor privilégio e responsabilidade operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Selectivity: proporção de linhas mantidas por um filtro. Na prática, valide Selectivity considerando resultado, plano e volume processado. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Semantic search: recuperação baseada em significado aproximado, não apenas texto idêntico. Em uma revisão técnica, examine Semantic search junto de qualidade da fonte, avaliação e revisão humana. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Semantic versioning: convenção major, minor e patch usada para comunicar compatibilidade. Ao aplicar Semantic versioning, relacione a decisão a dependências, backend e drift. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Sensitive output: output ocultado da exibição comum, mas ainda presente no state. O uso responsável de Sensitive output exige observar revisão de segurança e remoção previsível. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Sensitive value: valor marcado para não aparecer normalmente na saída, sem substituir um cofre de segredos. O uso responsável de Sensitive value exige observar dependências, menor privilégio e ciclo de vida. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Sensor: tarefa que aguarda evento ou condição externa antes de liberar o fluxo. Em uma revisão técnica, examine Sensor junto de orquestração, observabilidade e consumo. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Separation of duties: divisão de poderes para evitar controle total por uma única pessoa. O uso responsável de Separation of duties exige observar ameaça, controle preventivo e evidência de auditoria. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Serialization: conversão de objeto em representação persistível ou transmissível. Ao aplicar Serialization, relacione a decisão a legibilidade, tipagem e cobertura de testes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Service Control Policy (SCP): limite máximo de permissões aplicado a contas ou OUs; não concede acesso sozinho. Na prática, valide Service Control Policy (SCP) considerando IAM, rede, região e modelo de cobrança. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Serviço global: serviço cuja configuração não fica limitada a uma única região, embora recursos relacionados possam ficar. Ao aplicar Serviço global, relacione a decisão a menor privilégio, credenciais temporárias e custo. Área: AWS e segurança.
  • Serving layer: camada preparada para consumo por BI, aplicações, ciência de dados ou APIs. Na prática, valide Serving layer considerando volume, latência e custo total. Área: Arquitetura analítica.
  • Session: objeto que encapsula perfil, região e credenciais usados pelo Boto3. Em uma revisão técnica, examine Session junto de memória, I/O e tamanho do lote. Área: Python e automação.
  • Session window: agrupamento de eventos por períodos de atividade separados por inatividade. Em uma revisão técnica, examine Session window junto de orquestração, observabilidade e consumo. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Severity: classificação do impacto e urgência de um incidente. Na prática, valide Severity considerando responsável, runbook e evidência de saúde. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Shift left: antecipação de testes, segurança e revisão para etapas iniciais da entrega. Na prática, valide Shift left considerando SLO, telemetria e resposta a incidentes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Showback: apresentação do custo por equipe ou produto sem cobrança interna. Ao aplicar Showback, relacione a decisão a mudança versionada, validação e rollback. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Signed commit: commit com assinatura criptográfica verificável. O uso responsável de Signed commit exige observar permissão temporária e proteção de branch. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Silver layer: camada limpa, tipada e integrada. Em uma revisão técnica, examine Silver layer junto de volume, latência e responsabilidade pelo domínio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • SLA: compromisso formal de nível de serviço entre provedor e consumidor. Ao aplicar SLA, relacione a decisão a SLA, SLO e evidência observável. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • SLI: indicador usado para medir o SLO, como duração, sucesso ou atraso do pipeline. Ao aplicar SLI, relacione a decisão a regra mensurável, limite aceito e ação para falha. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Sliding window: janela que se move em intervalos e pode sobrepor resultados. Em uma revisão técnica, examine Sliding window junto de event time, reprocessamento e idempotência. Área: Referência ampliada por domínio.
  • SLO: objetivo mensurável de confiabilidade, como 99,9% dos lotes concluídos em até 20 minutos. Em uma revisão técnica, examine SLO junto de quarentena, reconciliação e reprocessamento. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Slowly Changing Dimension Type 1: atualização que substitui o valor anterior sem preservar histórico. Em uma revisão técnica, examine Slowly Changing Dimension Type 1 junto de resultado, plano e volume processado. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Slowly Changing Dimension Type 2: atualização que cria nova versão e preserva validade histórica. O uso responsável de Slowly Changing Dimension Type 2 exige observar resultado, plano e volume processado. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Small files problem: excesso de arquivos pequenos que aumenta metadados, listagens e custo de processamento. Na prática, valide Small files problem considerando S3, Glue e Athena. Área: Armazenamento e formatos.
  • Smoke test: verificação rápida das capacidades essenciais após build ou deploy. O uso responsável de Smoke test exige observar gatilho, validação, promoção e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Snowflake schema: modelo em que dimensões também são normalizadas em tabelas relacionadas. O uso responsável de Snowflake schema exige observar legibilidade, custo e possibilidade de reconciliação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Software Bill of Materials (SBOM): inventário de componentes e versões presentes em um artefato. Na prática, valide Software Bill of Materials (SBOM) considerando ameaça, controle preventivo e evidência de auditoria. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Software supply chain: ferramentas, dependências e processos que produzem e distribuem software. Na prática, valide Software supply chain considerando LGPD, retenção e resposta a incidente. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Spark DataFrame: coleção distribuída e tipada por schema usada em transformações Spark. Ao aplicar Spark DataFrame, relacione a decisão a evento de entrada, idempotência e destino de falha. Área: Processamento e integração AWS.
  • Staging area: índice que seleciona o conteúdo exato do próximo commit. Em uma revisão técnica, examine Staging area junto de histórico legível, revisão e recuperação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Star schema: modelo dimensional com fato central ligado diretamente às dimensões. O uso responsável de Star schema exige observar legibilidade, custo e possibilidade de reconciliação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Stash: armazenamento temporário de mudanças locais fora da branch. Na prática, valide Stash considerando branch, commit e pull request. Área: Referência ampliada por domínio.
  • State: arquivo que relaciona configuração, recursos remotos e metadados do Terraform. Na prática, valide State considerando configuração, plano e efeito no state. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • State locking: bloqueio que evita alterações concorrentes sobre o mesmo state. Ao aplicar State locking, relacione a decisão a fmt, validate e revisão do plan. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Stateless component: componente que não depende de estado local entre solicitações. O uso responsável de Stateless component exige observar latência, capacidade e raio de impacto. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Static typing: análise de tipos antes da execução usando anotações e ferramentas externas. Na prática, valide Static typing considerando tratamento explícito de erro e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Streaming: processamento contínuo de eventos conforme eles chegam. Exige decisões explícitas sobre ordenação, atraso, duplicidade e reprocessamento. Área: Fundamentos de dados.
  • String interpolation: inserção de expressão em texto com sintaxe ${...}. Na prática, valide String interpolation considerando dependências, backend e drift. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Strong consistency: leitura que observa a escrita confirmada mais recente conforme garantia do sistema. O uso responsável de Strong consistency exige observar alternativa mais simples e custo de operação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Submodule: referência de um repositório para um commit de outro repositório. Ao aplicar Submodule, relacione a decisão a segredos, arquivos gerados e política do repositório. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Subnet: faixa de endereços da VPC associada a uma zona de disponibilidade. Na prática, valide Subnet considerando menor privilégio e responsabilidade operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Subquery: consulta usada dentro de outra consulta como fonte, filtro ou expressão. Ao aplicar Subquery, relacione a decisão a chaves, nulos e duplicidades. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Synchronous communication: interação em que o chamador aguarda resposta do destinatário. O uso responsável de Synchronous communication exige observar alternativa mais simples e custo de operação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • System instruction: orientação de maior prioridade que define papel, limites e comportamento. Na prática, valide System instruction considerando métrica de qualidade e fallback determinístico. Área: Referência ampliada por domínio.

T

Nesta seção: Tag | Tag | Taint | Temperature | Test pyramid | Teste de integração | Teste unitário | Thread | Threat model | Throttling | Time to Live (TTL) | Timeout | Timeout budget | Timezone-aware datetime | Toil | Token | Token cost | Tokenization | Tool call | Top-p | Trace | Trade-off | Transformação | Trunk-based development | Tumbling window | Type hint

  • Tag: metadado de recurso usado para organização, automação e alocação de custos. Em uma revisão técnica, examine Tag junto de custo, confiabilidade e responsável pelo recurso. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Tag: referência geralmente estável usada para marcar uma versão ou evento. Em uma revisão técnica, examine Tag junto de autoria, conflito e rastreabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Taint: marca histórica que força substituição; versões atuais preferem -replace no plan. Em uma revisão técnica, examine Taint junto de plan, state e ciclo de vida do recurso. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Temperature: parâmetro que altera a variabilidade da distribuição de saída. Ao aplicar Temperature, relacione a decisão a latência, tokens e proteção de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Test pyramid: distribuição com muitos testes unitários, menos integração e poucos ponta a ponta. Em uma revisão técnica, examine Test pyramid junto de gatilho, validação, promoção e rollback. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Teste de integração: teste da interação entre componentes reais ou emulados. Na prática, valide Teste de integração considerando memória, I/O e tamanho do lote. Área: Python e automação.
  • Teste unitário: teste rápido de uma unidade isolada de comportamento. Ao aplicar Teste unitário, relacione a decisão a Boto3, credenciais e falhas de API. Área: Python e automação.
  • Thread: fluxo de execução que compartilha memória com outras threads do processo. Em uma revisão técnica, examine Thread junto de tratamento explícito de erro e observabilidade. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Threat model: análise de ativos, adversários, vetores, controles e riscos. O uso responsável de Threat model exige observar ameaça, controle preventivo e evidência de auditoria. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Throttling: redução ou rejeição de carga quando um limite é atingido. O uso responsável de Throttling exige observar latência, capacidade e raio de impacto. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Time to Live (TTL): tempo após o qual um item expira ou deixa de ser válido. O uso responsável de Time to Live (TTL) exige observar acoplamento, consistência e tolerância a falhas. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Timeout: limite máximo de duração configurado para uma execução. Na prática, valide Timeout considerando evento de entrada, idempotência e destino de falha. Área: Processamento e integração AWS.
  • Timeout budget: limite de espera distribuído entre dependências de uma operação. Ao aplicar Timeout budget, relacione a decisão a latência, capacidade e raio de impacto. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Timezone-aware datetime: data e hora que carregam informação explícita de fuso. Na prática, valide Timezone-aware datetime considerando legibilidade, tipagem e cobertura de testes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Toil: trabalho operacional manual, repetitivo, previsível e sem valor duradouro. Em uma revisão técnica, examine Toil junto de responsável, runbook e evidência de saúde. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Token: unidade textual processada pelo modelo, menor ou maior que uma palavra. Na prática, valide Token considerando entrada não confiável e limite de ferramentas. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Token cost: gasto associado à quantidade de tokens de entrada e saída. Ao aplicar Token cost, relacione a decisão a latência, tokens e proteção de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Tokenization: substituição de dado sensível por token sem significado fora do sistema controlado. O uso responsável de Tokenization exige observar LGPD, retenção e resposta a incidente. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Tool call: saída estruturada que solicita execução de uma ferramenta externa. Em uma revisão técnica, examine Tool call junto de latência, tokens e proteção de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Top-p: amostragem limitada ao menor conjunto de tokens que acumula determinada probabilidade. Ao aplicar Top-p, relacione a decisão a entrada não confiável e limite de ferramentas. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Trace: representação do caminho de uma requisição por múltiplos componentes. Na prática, valide Trace considerando mudança versionada, validação e rollback. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Trade-off: escolha em que uma vantagem é obtida ao aceitar determinada limitação ou custo. Em uma revisão técnica, examine Trade-off junto de autoria, limitações e próximos passos reais. Área: Carreira e comunicação técnica.
  • Transformação: alteração de formato, tipo, granularidade ou regra de negócio para tornar os dados utilizáveis. Em uma revisão técnica, examine Transformação junto de latência, custo e necessidade do negócio. Área: Fundamentos de dados.
  • Trunk-based development: fluxo com branches curtas integradas frequentemente à linha principal. Na prática, valide Trunk-based development considerando SLO, telemetria e resposta a incidentes. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Tumbling window: janelas consecutivas, fixas e sem sobreposição. Ao aplicar Tumbling window, relacione a decisão a qualidade, linhagem e contrato de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Type hint: anotação de tipo que melhora análise estática, manutenção e entendimento do código. Na prática, valide Type hint considerando interface de entrada, log estruturado e saída verificável. Área: Python e automação.

U

Nesta seção: Unicidade | UNION | UNION ALL | User instruction

  • Unicidade: garantia de que a chave que deveria ser única não está duplicada. Ao aplicar Unicidade, relacione a decisão a quarentena, reconciliação e reprocessamento. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • UNION: combinação de resultados compatíveis com remoção de duplicidades. O uso responsável de UNION exige observar legibilidade, custo e possibilidade de reconciliação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • UNION ALL: combinação de resultados preservando todas as linhas. Ao aplicar UNION ALL, relacione a decisão a granularidade, cardinalidade e regra de negócio. Área: Referência ampliada por domínio.
  • User instruction: solicitação e contexto fornecidos pelo usuário. Na prática, valide User instruction considerando entrada não confiável e limite de ferramentas. Área: Referência ampliada por domínio.

V

Nesta seção: Validade | Variable | Vector database | Versionamento | Vertical scaling | View | Virtual environment | VPC endpoint | Vulnerability

  • Validade: aderência a formato, domínio, faixa e regra de negócio. Em uma revisão técnica, examine Validade junto de quarentena, reconciliação e reprocessamento. Área: Qualidade e confiabilidade.
  • Variable: entrada configurável de um módulo ou projeto Terraform. Ao aplicar Variable, relacione a decisão a backend, drift e procedimento de remoção. Área: Terraform e infraestrutura como código.
  • Vector database: armazenamento otimizado para busca por similaridade entre vetores. Ao aplicar Vector database, relacione a decisão a entrada não confiável e limite de ferramentas. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Versionamento: recurso do S3 que mantém versões anteriores de objetos alterados ou excluídos. Ao aplicar Versionamento, relacione a decisão a schema, tamanho de arquivo e mecanismo consumidor. Área: Armazenamento e formatos.
  • Vertical scaling: aumento de capacidade ampliando recursos de uma instância. Na prática, valide Vertical scaling considerando alternativa mais simples e custo de operação. Área: Referência ampliada por domínio.
  • View: consulta nomeada que não armazena necessariamente o resultado. Na prática, valide View considerando resultado, plano e volume processado. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Virtual environment: ambiente isolado para dependências Python de um projeto. Em uma revisão técnica, examine Virtual environment junto de interface de entrada, log estruturado e saída verificável. Área: Python e automação.
  • VPC endpoint: acesso privado a um serviço sem atravessar a internet pública. Ao aplicar VPC endpoint, relacione a decisão a menor privilégio e responsabilidade operacional. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Vulnerability: fraqueza explorável em código, configuração, processo ou dependência. Ao aplicar Vulnerability, relacione a decisão a raio de impacto e segregação de funções. Área: Referência ampliada por domínio.

W

Nesta seção: Waiter | Watermark | Window function | Workflow | Workflow trigger | Workgroup | Working tree | Workspace

  • Waiter: mecanismo do SDK que consulta o estado até um recurso alcançar uma condição esperada. Em uma revisão técnica, examine Waiter junto de tipagem, tratamento de erro e teste automatizado. Área: Python e automação.
  • Watermark: marcador de progresso usado para identificar dados já processados. Ao aplicar Watermark, relacione a decisão a qualidade, linhagem e contrato de dados. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Window function: cálculo que mantém a granularidade das linhas enquanto analisa uma janela relacionada. Ao aplicar Window function, relacione a decisão a cardinalidade, nulos e duplicidades. Área: SQL e Amazon Athena.
  • Workflow: automação definida no GitHub Actions e acionada por eventos do repositório. O uso responsável de Workflow exige observar logs, métricas e evidência de implantação. Área: CI/CD, observabilidade e FinOps.
  • Workflow trigger: evento ou condição que inicia uma automação. O uso responsável de Workflow trigger exige observar artefato imutável e ambiente de destino. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Workgroup: agrupamento de consultas com configurações de resultado, segurança e limites de uso. Em uma revisão técnica, examine Workgroup junto de plano de execução e validação do negócio. Área: SQL e Amazon Athena.
  • Working tree: arquivos materializados para edição em uma cópia do repositório. Na prática, valide Working tree considerando segredos, arquivos gerados e política do repositório. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Workspace: estados nomeados dentro da mesma configuração e backend. Na prática, valide Workspace considerando dependências, backend e drift. Área: Referência ampliada por domínio.

Z

Nesta seção: Zero Trust | Zona de disponibilidade

  • Zero Trust: princípio de verificar explicitamente cada acesso sem confiança implícita por localização. Ao aplicar Zero Trust, relacione a decisão a ameaça, controle preventivo e evidência de auditoria. Área: Referência ampliada por domínio.
  • Zona de disponibilidade: conjunto isolado de datacenters dentro de uma região. O uso responsável de Zona de disponibilidade exige observar identidade, recurso, ação e condição da policy. Área: AWS e segurança.