Este projeto analisa a distribuição dos depósitos de poupança nas meso-regiões brasileiras entre 2017 e 2022, investigando padrões de concentração regional, variações temporais e o impacto da pandemia de COVID-19 no comportamento financeiro da população.
| Item | Descrição |
| Fonte | IPEA Data / Banco Central do Brasil (BACEN) | | Documento de origem | Estatística Bancária Mensal/Global | | Período | 2017 a 2022 | | Registros | 137 meso-regiões brasileiras | | Variáveis | 9 colunas |
- Concentração por UF — quais estados concentram mais poupança?
- Variação percentual por meso-região — quem cresceu e quem caiu mais?
- Norte vs Sul — comparativo entre regiões historicamente desiguais
- Impacto da pandemia — quais regiões sentiram mais o efeito da COVID-19?
📌 São Paulo concentra sozinho aproximadamente 908 milhões em depósitos — equivalente à soma de RJ, MG e RS juntos.
📌 Paradoxo regional — as meso-regiões do Norte e Nordeste que mais cresceram percentualmente são as mesmas que ocupam os últimos lugares no volume absoluto de depósitos.
📌 Desigualdade estrutural — o Sul possui consistentemente entre 5 e 6 vezes mais depósitos que o Norte, mesmo com menos estados.
📌 Impacto da pandemia não foi uniforme — o Norte acumulou poupança no choque de 2020, enquanto o Sul liderou os resgates na retomada de 2021.
├── README.md ├── Análise_poupanca.ipynb └── data/ └── ipeadata_2017_2022.xls
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